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Santos perde para o Flamengo na Vila Belmiro pelo Brasileirão Sub-20

Por Lucas Paes
Foto: Guilherme Greghi / Santos FC

Jogo disputado na Vila

O Santos perdeu a primeira no Brasileirão Sub-20. O Alvinegro Praiano até tentou, mas desperdiçou muitas chances e foi derrotado pelo Flamengo dentro da Vila Belmiro por 3 a 1, em jogo disputado no início da noite desta quarta, dia 24. Em três jogos na competição, o Peixe agora tem uma vitória, um empate e uma derrota, enquanto o rubro-negro chegou ao seu segundo triunfo no torneio, tendo portanto seis pontos ganhos.

Terceiro colocado na competição no momento, o Santos vinha de empate por 1 a 1 com o Athletico Paranaense fora de casa, no último meio de semana. Já o Flamengo, apenas 13º colocado, havia sido derrotado pelo líder Palmeiras por 2 a 1, mesmo jogando na Gávea, também no último meio de semana.

O jogo começou com o Flamengo tentando pressionar mais forte e com Diego Matos, do Santos, já machucando com quatro minutos de jogo. O Santos pressionava muito na base de cruzamentos, que não davam certo. Aos 20', a defesa do Flamengo foi bem e evitou um gol certo de Enzo Monteiro. Na sequência, o Flamengo pulou na frente: Lucyan lançou Shola em profundidade e ele chutou com força no ângulo do goleiro. Aos 28', o Flamengo quase marcou o segundo, mas Jundi salvou a primeira cabeçada de Fabiano e no rebote Carbone perdeu. 

Aos 30', o Peixe voltou a chegar, numa cabeçada de Bontempo que terminou em fácil defesa do goleiro Lucas Furtado. O alvinegro até chegava, mas errava muito. O jogo era lá e cá. A melhor chance de empatar do Peixe veio nos acréscimos, num torpedo de Miguelito no travessão. O primeiro tempo terminou em zero.

A etapa final praticamente começou com o Santos empatando: aos cinco minutos, Bontempo acertou a trave de cabeça, mas no rebote Mateus Xavier não desperdiçou. A partir daí, o Peixe passou a pressionar. Depois dos 10 minutos, a pressão diminuiu, mas a bola continuou mais no pé dos Meninos da Vila. Aos 29', Miguelito assustou num chute de longe que passou muito perto do gol flamenguista. Aos 37', porém, quem fez o segundo foi o Flamengo: Chola fez linda jogada e cruzou com perfeição para Felipe Tereza marcar o segundo. 


O Santos até ensaio uma pressão no final do jogo. Dudu tentou já aos 44' e parou em Lucas Furtado. Ainda deu tempo de Vitor Silva, no último lance da partida, fazer o terceiro e fechar o caixão santista. Vitória rubro-negra na Vila Belmiro. 

Agora, o Peixe recebe o Fluminense, no CT Rei Pelé, em Santos, na próxima terça, dia 30 de abril, às 15 horas. O Flamengo volta a campo no dia seguinte, o feriado de primeiro de maio, diante do Cruzeiro, na Gávea, às 14 horas.

A passagem do polonês Mariusz Piekarski no Flamengo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Piekarski atuando no rubro-negro

Mais conhecido por ter passado pelo futebol brasileiro do que pelo que fez na europa, o polonês Mariusz Piekarski teve algum destaque e alguma história no ludopédio brasuca nos anos em que ficou por aqui. O ex-meia, que completa seus 49 anos neste dia 22, passou bem pelo Athletico Paranaense, que na época ainda era Atlético, com futebol que o colocou no Flamengo, em 1997.

Chegou ao rubro-negro na metade daquele ano depois de ter se destacado no Furacão. Foi trazido como reforço de peso, para vestir a camisa 10 de Zico e fazer parceria com Romário, num time que o Flamengo montava para tentar superar o fracasso do ano do centenário e também do ano de 1996. Tanto Piekarski quanto o falecido Nowak chegaram ao Brasil graças a Juan Figger, famoso empresário dentro do futebol nacional.

Ele estreou pelo Flamengo numa derrota de 3 a 0 para o bom time que na época tinha a Lusa, em um jogo disputado no Canindé, já pelo Brasileirão. Rapidamente acabou perdendo espaço, já que esteve muito longe de mostrar no rubro-negro o futebol que havia o lançado ao sucesso com o torcedor do Atlético Paranaense. Passou praticamente o mês todo de setembro fora do time. 


Permaneceu no rubro-negro até o final daquele ano de 1997, pouco conseguindo atuar bem dentro do time, acabando por dar apenas uma assistência ao longo dos jogos que fez na Gávea, sem sequer marcar gols. Se despediu do clube ao final de 1997, acabando por não renovar o contrato e terminar negociado com o Mogi Mirim. 

No total, Piekarski fez apenas 13 jogos com a camisa do Flamengo, curiosamente estreando e encerrando sua passagem contra o mesmo clube. já que nas duas partidas enfrentou a Lusa. Ele pendurou as chuteiras em 2002, no Anorthosis Famagusta, do Chipre. 

A história de Juan com o Flamengo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Juan atuando no Flamengo nos anos 2000

Considerado um dos maiores nomes da posição no atual século, o zagueiro brasileiro Juan, reconhecido pela sua qualidade defensiva, calma e categoria dentro de campo é até hoje referência na posição para muitos atletas. O ex-jogador, que está completando seus 45 anos neste dia 1, foi no auge um dos pilares de uma temida defesa da Seleção Brasileira, que infelizmente para ele não conseguiu a conquista da Copa do Mundo. O carioca começou sua carreira no Flamengo.

Juan chegou a base rubro-negra com apenas onze anos de idade e desde muito cedo já se destacou na base rubro-negra. Amigo de infância de Júlio César, goleiro revelado também pelo rubro-negro, começou primeiro como um meia, onde já se destacava e melhorou ainda mais quando passou a ser zagueiro, depois de ser improvisado por ali em um jogo e se destacar na função. Estrearia no profissional com apenas 17 anos, em fevereiro de 1996.

Após jogar esporadicamente na temporada 1996, a partir do ano seguinte passou a ser titular da equipe rubro-negra, sendo um dos pilares da defesa do clube, que chegou ao mata-mata do Brasileirão naquele ano, um dos últimos grandes momentos rubro-negros nacionalmente falando naqueles anos. Foi campeão da Copa dos Campeões Mundiais em sua segunda temporada no clube, um torneio organizado pelo SBT. 

Seguiu como grande destaque da defesa flamenguista nos anos seguintes. Em 1999, sofreu com lesões durante o ano, mas fez parte do time que conquistou a Copa Mercosul daquele ano, sendo este seu primeiro grande título oficial com a camisa do seu clube de juventude. Em 2000, viveu uma grande temporada, sendo campeão carioca pelo clube e ainda conseguindo uma veia artilheira ao marcar sete gols ao longo do ano. 

Em 2001, em meio a outro ano onde teve momentos bons ofensivos também, ao marcar nove gols, foi convocado pela primeira vez pela Seleção Brasileira. Foi campeão do Campeonato Carioca pela segunda vez consecutiva naquele ano e da Copa dos Campeões e já era um dos grandes nomes do futebol brasileiro na ocasião. Permaneceu no rubro-negro até 2002, quando foi negociado com o Bayer Leverkusen no meio do ano.


Já mais experiente, voltou ao Flamengo em 2016, dessa vez, já com idade avançada, acabou jogando um pouco menos, mas ainda assim conseguiu viver alguns bons momentos em sua segunda passagem. Permaneceu no rubro-negro até 2019, quando pendurou as chuteiras ainda no início do Brasileirão, depois de inclusive atuar em uma rodada daquele torneio, onde recebeu uma medalha de campeão. 

No total, em todas as suas passagens na Gávea, acumulou 332 partidas com a camisa rubro-negra, marcando 33 gols em meio as duas passagens pelo clube. Foi campeão de quatro Cariocas, uma Mercosul, uma Copa dos Campeões e é considerado parte do elenco campeão do Brasileirão em 2019. 

A história de Rodrigues Neto com o Flamengo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Rodrigues Neto no Mengão

O Flamengo é indiscutivelmente um dos maiores clubes do futebol brasileiro e Sul-Americano. Dono de uma rica história ao longo dos seus mais de 110 anos no futebol, o rubro-negro carioca ocupa hoje espaço de destaque no cenário brasileiro, brigando mais uma vez pelo título nacional em 2023. O time carioca, porém, demorou algum tempo para despontar no cenário nacional, mas mesmo assim possuí vários ídolos históricos ao longo de sua trajetória. Um deles era o excelente lateral-esquerdo Rodrigues Neto, um dos maiores jogadores da história do Flamengo.

Nascido a 6 de dezembro de 1949 em Minas Gerais, Rodrigues Neto deu seus primeiros passos no futebol no modesto Vitória, do Espírito Santo, antes de desembarcar no Flamengo em 1967, desde já começando a se destacar entre os jogadores rubro-negros. Começa sua trajetória no clube estrando num clássico diante do Vasco, válido pela Taça Guanabara em que o Mengão foi derrotado, em julho daquele ano. 

Fez 21 jogos naquele primeiro ano com o Flamengo e já começou a se destacar e se firmar com a camisa rubro-negra. A partir de 1968 se tornou peça chave do elenco rubro-negro, sendo um dos principais jogadores do time. Fez parte do elenco que disputou o Robertão de 1968. O Rubro-negro não fez uma grande campanha na competição, caindo na primeira fase na penúltima posição do grupo B, ficando a frente do Náutico.


Viveu seus primeiros momentos numa época de vacas magras do rubro-negro. A partir dos anos 1970 as coisas melhoraram um pouco e ele conquistou seu primeiro título pelo clube, sendo campeão da Taça Guanabara em 1970. Dois anos depois, fez parte do elenco que deu ao Flamengo o título carioca de 1972, sendo um dos destaques do clube. Na época, seu bom futebol chamou a atenção da Seleção Brasileira e passou a jogar constantemente a partir do ciclo da Copa do Mundo de 1974, apesar de não ter ido a Alemanha. 

Permaneceu no Flamengo até 1976, quando acabou negociado com o Fluminense, passando a fazer parte do time que ganhou a alcunha de Máquina Tricolor. Ainda foi campeão do Campeonato Carioca de 1974 pelo rubro-negro. No total, atuou em 439 jogos pelo Flamengo, incluindo um amistoso em despedida que faria em 1990. Marcou 29 gols com a camisa do clube. Faleceu em 2019, devido a uma trombose resultante de uma diabetes. 

O início de Paulo Nunes no Flamengo

Por Lucas Paes 
Foto: Arquivo

Paulo Nunes no Mengão

Conhecido principalmente pelas passagens históricas por Grêmio e Palmeiras, o hoje comentarista e antes ótimo atacante Paulo Nunes ficou conhecido como diabo loiro ao longo de sua carreira e viveu grandes momentos no futebol brasileiro. Atuando mais como segundo atacante, o ex-jogador, que completa seus 51 anos neste dia 30 de outubro começou sua trajetória no esporte bretão no Flamengo, onde atuou durante 4 anos. 

Paulo Nunes surgiu ainda jovem nas divisões de base do próprio rubro-negro e começou a ganhar suas primeiras chances no time profissional no ano de 1990, quando atuou em algumas partidas naquele ano, sendo inclusive parte do elenco campeão da Copa do Brasil naquele ano, porém atuando pouco. Passa a jogar com mais constância no rubro-negro a partir do ano de 1991. 

A partir de 1991 passa a atuar com mais regularidade na equipe, vindo muitas vezes do banco para atuar. Naquele ano, marca seu primeiro gol pelo clube, diante do Náutico no Brasileirão, numa vitória pelo placar mínimo do time rubro-negro. Também marca já no segundo semestre, quando faz inclusive um gol na final do Carioca diante do Fluminense, campeonato que inclusive o rubro-negro saiu com a taça. 

Na campanha do Brasileirão de 1992 ele vem do banco em vários jogos daquele time que seria campeão da competição, entrando inclusive na decisão diante do Botafogo. Segue atuando com alguma regularidade durante os anos de 1993 e 1994, mas ainda assim vindo do banco muitas vezes e sendo titular em algumas poucas partidas. 


Acaba deixando o rubro-negro em 1995, se destinando ao Grêmio, buscando atuar mais minutos. No total, entre vindas do banco e partidas onde atuou os 90 minutos, entrou em campo em 149 jogos pelo rubro-negro carioca, marcando um total de 31 gols. Conquistou pelo clube um Brasileirão e um Campeonato Carioca, além de ser parte do elenco campeão da Copa do Brasil em 1990. 

A história e o início de Alcindo no Flamengo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Alcindo no rubro-negro

Um verdadeiro andarilho em sua carreira profissional, conhecido por ser junto a Zico um dos brasileiros que ajudou a popularizar o futebol no Japão, Alcindo, que completa 56 anos neste dia 21 e era um veloz e bom ponta dentro de campo, rodou diversos clubes em sua carreira. Mas, além da sua trajetória no futebol japonês, onde foi um gigante, também ganhou destaque em seu começo de carreira e na passagem pelo Flamengo, clube onde viveu os primeiros anos de sua carreira. 

Alcindo começou sua trajetória no futebol no sul do país, mais precisamente em Cascavel, no interior paranaense, estado onde nasceu, mas veio ainda muito jovem para o Rio de Janeiro, depois de ser observado pelo Flamengo e passar a integrar as categorias de base do gigante carioca. Foi de lá que Alcindo se tornou profissional no meio do ano de 1986, quando começou a atuar em vários amistosos com a camisa rubro-negra.

Começou a atuar esporadicamente no ano de 1986, quando já figuravam no Mengão figuras como Zico e Júnior, entrando num time já consagrado. Foi naquele ano que marcou seu primeiro gol pelo rubro-negro. Era um reserva que entrava no decorrer das partidas e se habituava a um time que de certa forma dominava o cenário brasileiro na época. Fez parte do time campeão do Campeonato Carioca em 1986, sendo seu primeiro título no Flamengo.

Em 1987, foi preterido do time titular por Renato Gaúcho e Bebeto, na equipe que conquistaria a Copa União de 1987, considerada então campeã do Brasileirão. Apesar de ter um jogo de característica de muita velocidade, ele jogou apenas alguns jogos durante o ano e marcou apenas quatro gols durante 1987. Entrou na maioria dos jogos vindo do banco e atuando poucos minutos, mas fez parte do elenco campeão.


Acabou atuando mais a partir de 1988, já após o fim do apogeu daquele time. Foi um dos destaques rubro-negros, num ano onde sequer o Flamengo chegou as fases finais do Brasileirão. Também foi um dos grandes nomes do time em 1989, marcando onze gols na temporada, porém foi mais um ano onde o rubro-negro distou dos melhores dias. Em 1990, foi um dos grandes nomes rubro-negros no título da Copa do Brasil, mas acabou negociando com o São Paulo depois do título.

Voltou ao clube em 1991, quando ainda atuou por algum tempo antes de ser negociado com o Grêmio definitivamente. Encerrou sua passagem no Flamengo com 213 jogos vestindo a camisa rubro-negra, marcando um total de 32 gols. Ainda rodaria por vários clubes na carreira, antes de pendurar as chuteiras no CFZ, em 2000. 

A história do meia Kelly com o Athletico Paranaense

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Kelly atuando no Furacão

Hoje conhecido como uma das forças do futebol nacional, presença constante em fases agudas de competições de diversas importâncias, o Athletico Paranaense, antes Atlético Paranaense começou a construir sua grandeza no final da década de 1990 e início dos anos 2000, quando o rubro-negro começa a incomodar os grandes clubes. Completando 48 anos neste dia 28, o meia Kelly foi uma das grandes figuras desse ótimo período no Furacão. 

Kelly chegou ao time no início do ano de 1998. Jogava pelo Flamengo antes de ser negociado com o Furacão e chegar ao clube, depois de uma passagem apagada pelo Rio de Janeiro. Já no primeiro momento no clube, foi importante na campanha do título do Campeonato Paranaense daquele ano, quando foi um dos destaques do time na campanha. Também ajudou a equipe a ser campeã da Copa Paraná naquele ano.

Kelly seguiu no clube e ficou marcado pela sua habilidade e capacidade técnica, caindo nas graças da torcida. Em 1999, teve um ótimo desempenho individual, principalmente durante a disputa do Brasileirão, onde foi um dos destaques do time rubro-negro que acabou ficando fora do mata-mata por apenas dois pontos. Ainda assim, a equipe foi campeã da Seletiva para a Libertadores, que garantiu o rubro-negro pela primeira vez na competição.

Seguiu no clube em 2000, onde novamente foi decisivo na campanha do título paranaense. Deixou o Athletico no começo de 2001, depois de conquistar dois títulos estaduais, a Copa Paraná e a Seletiva para a Libertadores. Acabou negociado com o futebol japonês, indo atuar então no Tokyo Verdy, onde ficaria por alguns anos na sequência da carreira.


Já no final da carreira, em 2008, retornou ao Furacão. Atuou em mais oito jogos naquela última passagem, marcando apenas um gol. Segundo números do portal Ogol, que acabam desconsiderando o Campeonato Paranaense, foram 17 gols em 82 jogos com a camisa rubro-negra. Kelly pendurou as chuteiras ao fim de sua segunda passagem atleticana. 

Al Hilal joga bem, vence o Flamengo e está na final do Mundial de Clubes da FIFA

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Al Hilal

Dawsari foi senhor do jogo

A zebra passeou de novo contra um brasileiro no Mundial de Clubes. Em uma grande partida do time árabe, o Al Hilal venceu o Flamengo por 3 a 2, na tarde desta terça, dia 7 de fevereiro, no Estádio IBN Batouta, em Tanger, no Marrocos e se classificou para a decisão da competição. É mais uma eliminação de uma equipe sul-americana antes da final da competição, se somando a Inter, Atlético Mineiro e Palmeiras. 

Antes de chegar ao Marrocos, o último jogo rubro-negro era a vitória por 1 a 0 contra o Boavista, pelo Campeonato Carioca. O Al Hilal precisou bater o Wydad Casablanca, "dono da casa", por 5 a 3, para chegar a final, após empate por 1 a 1 no tempo normal.

O jogo começou com o Flamengo se complicando já. Aos dois minutos, Matheusinho errou numa troca de passes do time árabe e Al Dawsari sairia na cara do gol, se não fosse empurrado pelo lateral rubro-negro. Pênalti que ele mesmo bateu e marcou. Com o gol, o Flamengo demorou para retornar aos trilhos, mas aos poucos foi voltando conseguir jogar. O empate veio aos 19': numa jogada na entrada da área, Arrascaeta acertou bom passe e Pedro, sempre ele, pegou de primeira e jogou no cantinho. Logo na sequência do gol, Gerson perdeu uma chance inacreditável para virar, perdendo de cabeça debaixo da meta.

A partir daí, o rubro-negro criou mais e chegou mais vezes. Efetivamente, porém, ambos os times criavam poucas chances de gol, apesar do jogo ser bom e disputado. A melhor delas talvez tenha vindo aos 34', quando Ayrton Lucas cruzou e a bola ficou quicando perigosamente perto da meta do Al Hilal até o goleiro sair. No finalzinho do primeiro tempo, quando parecia que o jogo terminaria em empate, Gerson acabou pisando no pé de Vieto e o VAR chamou o juiz, que marcou o pênalti e expulsou Gérson pelo segundo amarelo. Al Dawsari marcou o segundo do Al Hilal.

Na etapa final, apesar da desvantagem numérica, o rubro-negro tentou pressionar. Aos dez minutos, o time brasuca fez linda jogada coletiva, mas Gabigol perdeu a dividida na hora do chute. Aos 13', o Al-Hilal perdeu o gol mais inacreditável do jogo, quando Marega rolou para trás e Kalifa perdeu sem goleiro.


O time árabe oferecia muito perigo em erros de saída de bola do rubro-negro. Aos 18', foi a vez de Gabigol perder ótima chance num cruzamento de Matheusinho. Aos 22', Dawsari só não fez mais um pois Léo Pereira cortou bem. De tanto insistir, o Al Hilal chegou lá: aos 25', o Flamengo saiu mal, Marega recuperou, tocou para Dawsari, que lançou Vietto, que chutou com violência rumo ao gol de Santos. Quando a classificação parecia certa, o Flamengo fez o segundo com Pedro, aproveitando uma confusão na área. Não deu para mais, o Flamengo saiu derrotado.

Agora, o Al Hilal aguarda a definição entre Al-Ahly e Real Madrid para conhecer seu adversário na decisão, que rola no sábado, às 12h30, no Estádio Prince Moulay Abdellah. Já a situação do Al Hilal é parecida, porém o jogo será às 16 horas, na sequência da decisão de terceiro lugar, no mesmo local. 

O título da Libertadores de 1981 do Flamengo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Zico beija a taça da Libertadores

Recentemente, diante do Athletico Paranaense, jogando em Guayaquil, no Equador, o Flamengo conquistou seu terceiro título da Libertadores da América, com um gol do já histórico Gabigol. O rubro-negro vem de campanhas de enorme destaque recente na competição mais importante da América do Sul, porém ficou muito tempo longe da conquista da América. O primeiro título flamenguista na competição ocorreu há 41 anos, em 23 de novembro de 1981, no Centenário, em Montevidéu.

Classificado como campeão do Brasileirão de 1980, o rubro-negro começou aquela competição num grupo que tinha Atlético Mineiro, Cerro Porteño e Olímpia. Abriu a competição empatando por 2 a 2 com o Galo em Minas, venceu o Cerro por 5 a 2 no Maracanã, empatou também no maraca com o Olímpia. Ficou em outra igualdade por 2 a 2 com o Galo no Maracanã, venceu o Cerro por 4 a 2 no Paraguai e ficou no zero com o Olímpia fora de casa. Os resultados obrigaram um duelo desempate com o Atlético Mineiro, que jogado em Goiânia, diante de polêmica arbitragem de José Roberto Wright, terminou em zero.

Classificado, o Mengão seguiu numa competição que tinha grupos de três times como as "semifinais, enfrentando então Jorge Wilstermann e Deportivo Cali e abriu vencendo duas partidas seguidas longe de casa por 1 a 0 e 2 a 1 contra bolivianos e colombianos, respectivamente. Vantagem que foi crucial ao ser completadas por vitórias contra ambos os times no Rio de Janeiro, que terminaram garantindo o Mengão na final. Do outro lado, o Cobreloa surpreendeu Nacional e Peñarol e chegou a decisão.

Em 13 de novembro daquele ano, o rubro-negro, com um dos melhores times da história do futebol mundial, começou a decidir a competição e bateu o Cobreloa por 2 a 1 no Maracanã, contando com dois gols de Zico diante de quase 100 mil rubro-negros. No Nacional de Santiago, um gol de Merello no finalzinho levou o jogo para uma partida decisiva em campo neutro. No Centenário, Zico mostrou porque era o melhor jogador brasileiro e decidiu o jogo marcando duas vezes, dando a primeira conquista da Libertadores naquele dia 23 de novembro ao Flamengo. 


Era a consagração de um time que tinha nomes históricos em sua formação. Começando pelo goleiraço Raul Plasmann, o Mengão ainda tinha caras como Mozer, Júnior, Andrade, Tita, Nunes, Adílio e, é claro, o Galinho Zico. O camisa 10 ainda terminou a competição como artilheiro, marcando 11 vezes ao longo da disputa. O rubro-negro ainda bateria na trave no ano seguinte, caindo nas semifinais, mas só voltaria a se destacar no continente nos anos recentes.

Algumas semanas depois aquele time faria em Tóquio com que o Liverpool de Dalglish, Souness e Kennedy, que dominaria a Europa naquela década saísse de campo com a envergadura de um guardanapo molhado após ser atropelado pelo time brasileiro sem piedade, consagrando de vez aquele que é um dos cinco melhores times da história do futebol brasileiro de clubes.

Nos pênaltis, Palmeiras vence Flamengo e é campeão da Copa do Brasil Sub-20

Foto: Junior Venezi

O jogo foi em Barueri

O Palmeiras é campeão da Copa do Brasil Sub-20 pela segunda vez em sua história. O Verdão conquistou o título vencendo o Flamengo nos pênaltis por 4 a 2, após empate em 0 a 0 no tempo normal, na manhã deste sábado, dia 12, na Arena Barueri. A primeira conquista alviverde da competição havia sido em 2019. 

Nas semifinais, o Palmeiras passou com alguma facilidade pelo Internacional, vencendo os dois jogos por 2 a 0, o último disputado inclusive fora de casa, na Morada dos Quero-Queros. O Flamengo foi buscar uma vitória por 2 a 0 no CT do Vozão, depois de empatar com o Ceará na Gávea sem gols. 

O jogo começou bastante estudado. A primeira chance mais perigosa veio com o Flamengo, que aos 6 minutos quase abriu o placar com Victor Hugo de cabeça. O Palmeiras respondeu aos 10', num chute perigoso de longe de Fabinho para fora. O jogo era muito travado e de poucas chances na primeira metade do primeiro tempo, disputado como toda a final costuma ser. O rubro-negro chegava a ter mais controle do jogo, mas também pouco conseguia criar efetivamente em chances de perigo. Aos 40', Matheus França quase fez para o Mengão, mas foi travado já na pequena área. A primeira etapa acabou terminando mesmo em zero.

Na etapa final, o Palmeiras tentou pressionar mais a saída flamenguista. Aos 9', Kauã fez bela defesa para evitar o gol de Pedro Lima para o Verdão. A resposta foi quase imediata com Peterson, obrigando também o goleiro palmeirense a trabalhar. Aos 14',.o time carioca ficou com um a menos quando Cleiton levou o segundo amarelo e foi expulso. Com um a mais, o Verdão passou a atacar mais. Curiosamente, porém, a disputa começou a ficar mais nervosa e quem finalizava mais era o Flamengo. Aos 42', o rubro-negro só não fez o gol do título pois o chute de Everton foi desviado para defesaça de Caíque. No fim das contas, o empate sem gols levou a decisão aos pênaltis.

Nos pênaltis, o Flamengo abriu acertando, assim como o Verdão. Na segunda cobrança, Verton parou em Caíque, e Larnes colocou o Verdão na frente. Richard acertou a terceira flamenguista, assim como Ruan Ribeiro, que quase parou em Cauã Santos, mas a bola entrou. Zé Wellington mandou a quarta cobrança flamenguista na Lua e Jhon Jhon deu o título ao Verdão


Agora, o Palmeiras, campeão pela segunda vez, aguarda decisão da CBF quanto a realização ou não da Supercopa, já que foi campeão do Brasileirão e da Copa do Brasil. O campeão da Supercopa tem vaga na Libertadores Sub-20 de 2023, que será no Chile.

Com erros de arbitragem, Santos perde para o Flamengo no Maracanã

Foto: Ivan Storti/Santos FC

Pênalti não marcado para o Santos

Já não era um jogo fácil para o Santos, mas um dos erros de arbitragem mais claros do Brasileirão comprometeu ainda mais a situação. Com uma arbitragem desastrosa, o Flamengo bateu o Peixe por 3 a 2, na noite desta terça, dia 25, em jogo disputado no Maracanã. Foi a última partida do time rubro-negro antes da final da Libertadores. O Peixe se complicou demais no sonho de conquistar uma vaga na pré-Libertadores do ano que vem.

Em momento conturbado, o Santos vinha de derrota no clássico para o Corinthians dentro da Vila Belmiro por 1 a 0, no último fim de semana. O Mengão, por sua vez, bateu o América dentro de Belo Horizonte por 2 a 1, em jogo que também foi válido pelo Brasileirão. 

O Flamengo começou tendo mais a posse da bola e vindo para cima. Aos 8', o time da casa finalizou pela primeira vez com perigo, num chute de Mairnho defendido por João Paulo. A primeira finalização do Peixe veio num chute de Marcos Leonardo, pegando uma bola que sobrou na intermediária por cima. Aos 16', Everton Cebolinha fez boa jogada e bateu de fora e João Paulo pegou. Aos 21', Camacho quase marcou para o Peixe, num chute de fora da área que Diego Alves espalmou. O time da casa, porém, chegava muito mais e Pulgar só não abriu o placar aos 26' pois João Paulo fez uma defesaça. Aos 39', João Paulo aprontou mais uma defesa boa, depois do jogo esfriar. 

Já nos acréscimos, João Paulo evitou outra vez o gol flamenguista numa cobrança de falta de David Luiz. Quando parecia que o primeiro tempo terminaria zerado, polêmica. Primeiro, o Santos chegou com muito perigo e Rodrigo pareceu ser derrubado. No contra-ataque, Pedro marcou de letra um golaço que deveria ser anulado pois o pênalti foi claro. 

Na etapa final, o Santos voltou mais em cima. Aos quatro, Ângelo fez linda jogada, tocou para Marcos Leonardo que parou em uma defesaça de Diego Alves. Aos seis minutos, o Peixe buscou o empate, num cruzamento perfeito de Camacho para Alex empatar. O Peixe era ligeiramente melhor no segundo tempo, mas eram menos lances perigosos. Aos 15', a torcida alvinegra teve motivo para preocupação, já que João Paulo sentiu em divida com Éverton Cebolinha. Aos 22', Cebolinha recebeu lindo passe de Pulgar, mas parou em outra defesa do goleiro alvinegro. O jogo era morno, mas as opções do Flamengo fizeram a diferença. 

Aos 32', Gabigol lançou para Arrascaeta, João Paulo saiu bem, evitou o gol, mas Marinho botou o rubro-negro na frente de novo. O jogo era mais frio, mas a diferença entre os dois times se mostraram enormes quando necessário. Aos 41', após linda jogada, Arrascaeta cortou Bauermann e marcou um golaço, "matando" o jogo. Quando o jogo parecia definido, já no último minuto, Carabajal acertou um lindo chute e marcou um golaço, fechando o placar. 


Agora, o Flamengo foca na final da Libertadores, que será jogada neste sábado, primeiro dia de outubro, diante do Athletico Paranaense, no Monumental de Guayaquil, às 17 horas, voltando a campo só no dia 2 pelo Brasileirão, contra o Corinthians, no Maracanã, às 21h30. O Peixe só volta a jogar na próxima quarta, dia 2, diante do Atlético Goianiense, no Antônio Accioly, às 19 horas. 

A ótima passagem de Nildo pelo Sport

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Nildo atuando pelo Sport

O Nordeste, apesar de muito castigado na história do futebol brasileiro, é celeiro de grandes jogadores que marcaram épocas em times de diversos calibres do futebol, além de ser também casa de clubes de respeito do futebol brasuca. Um dos grandes jogadores nascidos na região é o ex-meia Nildo, natural de Caruaru e que completa 47 anos neste dia 20 de outubro. Entre as várias andanças da carreira do jogador, ele teve uma passagem grandiosa pelo Sport Recife.

Nildo chegou ao time que é provavelmente o mais conhecido do estado de Pernambuco (e para muitos o maior do Nordeste) em 1998. Naquele momento, o Leão vivia um dos grandes momentos de sua história e trazia o meia para reforçar um time que por si só já era bem interessante. Seria um dos principais jogadores de um time que marcaria memórias incríveis ao torcedor rubro-negro.

Seria um dos destaques do time do Brasileirão de 1998. Naquele ano, o Sport faria grande campanha e Nildo seria um dos destaques, com o Leão caindo apenas nas quartas de final, vendendo de maneira caríssima a eliminação para o ótimo time do Santos. Rapidamente começou a cair nas graças do torcedor rubro-negro devido a suas ótimas atuações ao longo daquela competição, ajudando muito principalmente o artilheiro do time, Leonardo.

Em 1999, foi importantíssimo no título do Campeonato Pernambucano, marcando um gol de falta na decisão da competição. No segundo semestre, decaiu junto ao resto do time, que fez campanha patética no Brasileirão e terminou na lanterna da competição. O Sport acabou não rebaixado devido as viradas de mesa que culminaram na Taça João Havelange em 2000. Tal fato seria essencial para que Nildo vivesse seu melhor ano como jogador. 

Em 2000, o meia foi o grande destaque do time que é considerado por muitos o maior da história do Sport Recife. No Campeonato Pernambucano, o Leão foi imparável e conquistou o título da competição pela terceira vez seguida. Desta vez, o time não ficou satisfeito com o título estadual e buscou a conquista da Copa do Nordeste, que permitiu a classificação para a Copa dos Campeões, onde Nildo foi artilheiro e o Sport vice-campeão. Também ajudou o Leão a chegar nas quartas do Brasileirão, onde caiu para o Grêmio. Foi pedido na Seleção Brasileira naquele ano, mas acabou não convocado.


Nos anos seguintes, seguiu jogando bem pelo clube, mas o Sport passou a entrar em crise. Em 2001, o Leão acabou rebaixado para a Série B do Brasileirão, entrando num período longo onde ficaria longe da primeira divisão. Nildo ainda foi importante para o clube na conquista do estadual em 2003, mas passou a conviver num time que estava em crise. Em 2004, em meio a ameaças sofridas pela sua família pediu para deixar o Sport, encerrando assim uma relação de seis anos, indo jogar no São Paulo.

No total, os números de Nildo no Sport foram espetaculares. Atuou em 256 jogos com a camisa do Leão, marcando 78 gols. Encerrou a carreira relativamente cedo, jogando pelo Santa Cruz em 2008, após ter passado também pelo Náutico. Conquistou três títulos pernambucanos e um título da Copa do Nordeste pelo rubro-negro. 

A história de Iranildo no Flamengo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo 

Iranildo no Flamengo 

O Flamengo hoje vive um de seus períodos mais gloriosos com relação a qualidade elenco. O Rubro-negro conta hoje com um investimento robusto para ter em suas linhas atletas de elite a nível nacional, estando no topo do futebol brasileiro junto a times como Palmeiras e Atlético Mineiro. Nem sempre foi assim para o rubro-negro, que passou poucas e boas entre os anos 1990 e 2000. Nesta época, eram poucos os bons jogadores e um deles era Iranildo, que completa 46 anos neste dia 17 e passou pelo clube duas vezes, durante os anos 1990 e durante os anos 2000.

Iranildo chegou a gávea logo depois de fazer parte do time do Botafogo que ganhou o título do Campeonato Brasileiro de 1995. Recebeu uma convocação para a Copa Ouro de 1996 pelo seu desempenho pelo Glorioso e assim fez com que o rubro-negro o quisesse na equipe. Versátil, jogava tanto pela lateral quanto pela meia cancha, o que era um diferencial favorável naquele time.

Estreia pelo Flamengo em 1996, em duelo contra o America pela antiga Taça Cidade Maravilhosa, no mês de fevereiro. Naquele ano, rapidamente se firmou entre os titulares da equipe, jogando por vezes na lateral direita e por vezes no meio de campo. Se converteu de maneira até surpreendente em um dos grandes destaques da equipe e acabou sendo peça importante no título do Campeonato Carioca de 1996, seu primeiro com a camisa rubro-negra. 

Aos poucos, sua boa qualidade com a bola no pé somada ao ótimo desempenho em cobranças de falta acabaram colocando o pernambucano de vez no meio de campo, onde passou a ser realmente um dos jogadores mais adorados pela torcida rubro-negra. Viveu em 1997 seu grande ano vestindo a camisa do Flamengo, quando marcou 10 gols e foi um dos artilheiros do time, ajudando inclusive na conquista da Copa dos Campeões Mundiais, torneio organizado pelo SBT que foi vencido pelo rubro-negro graças a um gol de Iranildo na decisão.

Em 1999, já envergando a camisa 10, foi peça chave da equipe que conquistou o título carioca e a Copa Mercosul, conquistas que o ajudaram a entrar de vez no hall dos grandes ídolos da torcida rubro-negra. Encerrou sua primeira passagem pelo clube no início do segundo semestre de 2000, quando acabou negociado com o Bahia. 


Retornou rapidamente no início de 2001 e ficou pouco tempo antes de novamente deixar a gávea. Chegou a atuar até pelo Aris, da Grécia, antes de retornar para sua última passagem pelo rubro-negro, já entre os anos de 2002 e 2003, sendo estes dois anos bem mais apagados. Apesar disso, a torcida não esqueceu do Iranildo essencial nos anos 1990 e não perdeu sua idolatria com a torcida. Em 2003, acabou indo ao Brasiliense, encerrando sua história na Gávea.

No total, durante os vários anos em que atuou pelo Flamengo, Iranildo jogou, entre amistosos e jogos oficiais, 282 partidas com a camisa rubro-negra, marcando 34 gols. Esteve em atividade no futebol até 2013, quando pendurou a chuteira com quase 40 anos atuando pelo Brasiliense. 

A passagem de Adriano Gerlin pelo Sport

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Adriano atuando no Sport

Os torneios de seleções de base servem muitas vezes para que o torcedor observe jogadores dos quais se espera que no futuro próximo se tornem grandes nomes do esporte bretão. O Brasil tem um histórico de sucessos bem grande nos torneios de base e já foi campeão mundial em várias categorias. Neste dia 20 de setembro, completa 48 anos um dos brasileiros que foi melhor jogador de torneios na base: o meia Adriano Gerlin. Em 2000, ele teve passagem pelo Sport.

Ele começou a carreira cotado como uma grande revelação do Guarani, após ser chuteira de ouro num Mundial sub-17 e melhor jogador de um Mundial sub-20. Porém, nunca conseguiu ao longo de sua carreira mostrar a qualidade extrema que tinha na base, apesar de também estar longe de ser um jogador fraco. Em 2000, veio como a grande contratação do ano do Sport, após deixar o Atlético Mineiro.

E de fato, em Pernambuco, desde o começo, foi muito feliz. Rapidamente se encaixou no time titular do Sport, que possuía uma boa equipe naquela época e se tornou o grande jogador do time, sendo titular absoluto desde o início da campanha do estadual e principalmente na Copa do Nordeste, onde era o cérebro da equipe. Marcou três gols ao longo daquela campanha, incluindo um importante diante do Treze, nas quartas de final.


Também foi essencial durante a campanha da Copa dos Campeões, onde inclusive foi artilheiro, com três gols marcados, mas o Sport perdeu a final para o Palmeiras. No Brasileirão, foi um dos grandes destaques da campanha espetacular do rubro-negro, que só foi parado nas quartas de final pelo Grêmio. Esteve no Sport até o final do ano, quando foi negociado com o Urawa Red Diamonds, do Japão. 

Segundo números do portal Ogol, fez 13 gols em 38 jogos pelo Sport, porém estes números acabam por não contar as estatísticas do Campeonato Pernambucano. Foi campeão do Campeonato Pernambucano e da Copa do Nordeste pelo clube e como já citado, artilheiro da Copa dos Campeões. Adriano esteve em atividade até 2012, quando teve uma pequena passagem pelo Oeste Paulista e finalmente pendurou as chuteiras.

A passagem de Josimar pelo Flamengo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Josimar jogou no Flamengo entre 1989 e 1990

Josimar Higino Pereira, popularmente conhecido apenas como Josimar, está completando 61 anos de idade nesta segunda-feira, 19. O lateral-direito teve uma passagem pelo Flamengo entre 1989 e 1990, algum tempo depois de ter jogado a Copa do Mundo de 1986 pela Seleção Brasileira.

Carioca de nascimento, o defensor foi revelado nas categorias de base do Botafogo, mesmo clube onde se profissionalizou e escreveu uma longa história, que durou entre 1981 e 1989. Seu ponto alto foi ter ido à Copa do Mundo de 1986, onde foi considerado por muitos o melhor da posição.

Em 1989, com o "boom" de brasileiros indo para a Europa e seu sucesso na Copa, chegou a ter uma rápida passagem pelo Sevilla, mas logo retornou ao Brasil e ao Rio de Janeiro, mas desta vez, para defender as cores do Flamengo.

No Rubro-Negro, o lateral-direito não conseguiu ter o mesmo sucesso que teve no time Alvinegro Carioca. Um dos bons momentos dele no Flamengo foi logo no início, onde teve apresentações dignas e voltou a ter espaço na Seleção Brasileira, sendo convocado por Sebastião Lazaroni para as Eliminatórias da Copa de 1990.

Porém, em 1990 teve queda de rendimento, perdeu de vez espaço na Seleção Brasileira e passou a atuar menos na equipe. No primeiro semestre de 1990, o Flamengo ainda teve uma grande conquista, batendo o Goiás na decisão, mas nem isso foi o suficiente para Josimar voltar a ter grandes atuações.


Segundo o site flaestatisitica.com.br, Josimar disputou um total de 30 partidas com a camisa do Mengão neste período em que esteve no clube. Depois de atuar no clube rubro-negro carioca, ainda defendeu equipes como o Internacional, Novo Hamburgo, Bangu, Fortaleza, Jorge Wilstermann, Fast Clube e Mineros de Guayana.

Durante a carreira, Josimar teve problemas com álcool e drogas e nunca mais lembrou os bons tempos de Botafogo e Seleção Brasileira. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional atuando pelo Baré, de Roraima, em 1997.

Flamengo vence São Paulo no Maracanã e está na final da Copa do Brasil

Foto: Gilvan de Souza/CRF

O Flamengo está na final

O Flamengo está na final da Copa do Brasil. O Mengão foi até econômico, mas venceu pelo placar mínimo, na noite desta quarta, dia 14, no Maracanã e festejou a classificação para a final, que já estava bem encaminhada após a vitória por 3 a 1 dentro do Morumbi no primeiro jogo. Agora, os rubro-negros observarão tranquilos a semifinal entre Fluminense e Corinthians para conhecerem seu adversário na decisão. O São Paulo precisa voltar a atenção para o Brasileirão, onde está em situação complicada.

No seu último compromisso, o Flamengo sofreu para conseguir empatar com o Goiás, que vive grande fase na Serrinha, por 1 a 1. O São Paulo, por sua vez, buscou o empate no clássico com o Corinthians no Morumbi por 1 a 1. No primeiro jogo da semifinal, ocorrido já há duas semanas no Morumbi, o Flamengo obteve ótima vantagem ao vencer por 3 a 1. 

Apesar da primeira finalização ter sido flamenguista, quem tomou maior iniciativa ofensiva no começo do jogo foi o São Paulo, fazendo inclusive o goleiro Santos ter de trabalhar. Aos 16', Pedro chegou a abri o placar após passe de Gabigol, mas estava impedido. O Flamengo só segurava o jogo devido a vantagem obtida no Morumbi. Aos 29', Gabigol chutou de longe e Jandrei evitou um gol certo do time da casa. Aos 35', o rubro-negro pulou na frente, após linda jogada que terminou com passe de Éverton Ribeiro para Arrascaeta marcar. Aos 41', Gabriel só não fez o segundo de cobertura pois Jandrei pegou. A primeira etapa terminou mesmo no placar mínimo. 


Na etapa final, logo aos quatro minutos, Pedro tentou uma puxeta e mandou por cima. Na sequência, o São Paulo chegou, com Luciano chutando na trave e Calleri perdendo sem goleiro na sequência. O São Paulo vinha para cima no segundo tempo, tinha mais a bola, mas na verdade pouco conseguia oferecer de perigo ao time flamenguista, que parecia deixar o tricolor ter o controle do jogo. Apesar disso, a verdade é que o São Paulo pouco conseguiu fazer e o Flamengo só esperou o apito final para fazer a festa da classificação. 

Agora, o Flamengo aguarda Fluminense ou Corinthians na decisão, já que a outra semifinal ocorrerá amanhã. Neste fim de semana, o rubro-negro tem clássico contra o Fluminense, no domingo, dia 18, às 16 horas. Já o Tricolor vai até o Castelão e visita o Ceará, curiosamente no mesmo dia e horário. 

A passagem de Zizinho pelo Flamengo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Zizinho jogou no Flamengo entre 1939 e 1950

Thomas Soares da Silva, popularmente conhecido como Zizinho, estaria completando 101 anos de idade nesta quarta-feira, dia 14 de setembro, caso estivesse vivo. Enquanto jogador, ele teve uma longa passagem pelo Flamengo, que aconteceu de 1939 até 1950.

Nascido em Neves, localizado no subúrbio de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, iniciou a sua trajetória no Byron, um time sediado em Niterói. Lá, atuou junto com Clóvis, pai de ninguém mais ninguém menos que Gerson, também conhecido como o "Canhotinha de Ouro". Posteriormente, chegou também a fazer testes no Bangu, no São Cristóvão, e no seu time de coração, o América-RJ. Teve de aliar esta sua vontade de jogar bola com o seu trabalho de operário.

Foi finalmente, em 1939, que o Flamengo, treinado por Flávio Costa na época, lhe deu a oportunidade de aparecer e atuar profissionalmente com a camisa rubro-negra. Foi questão de tempo, para o jovem atleta ir se adaptando e ir conquistando os seus primeiros títulos já no começo da sua carreira. Ajudou o Mengão no tri campeonato carioca nos anos de 1942, 1943 e 1944, jogando ao lado de jogadores renomados como Perácio, Pirilo e Domingos da Guia.

Foi graças a sua grande evolução jogando pelo Fla, que o meia direita começou a ser convocado para atuar pela Seleção Brasileira. Em grande forma, Zizinho participou de algumas edições do Campeonato Sul-Americano e também disputou a Copa Roca, atualmente conhecido como Superclássico das Américas, protagonizado por Brasil e Argentina. Entretanto, em 1946, o atleta acabou sofrendo uma grave contusão em uma dividida forte com Adauto, zagueiro do Bangu na época.

Depois de um longo tempo longe dos grados, o meia voltou aos gramados, nas não demorou muito para fraturar a perna depois de levar uma entrada de João do Morro do Pinto, jogador do América. Seu novo retorno aconteceu em 47, mas só conseguiu atuar em alto nível novamente nos dois anos seguintes. Por outro lado, o atleta do Mengão ainda demonstrava um bom futebol jogando pela Amarelinha.

Vivendo um momento irregular no clube rubro-negro, Zizinho ia tentando retomar aquela boa sequência que teve antes das lesões e em 1949, se sagrou como um dos grandes destaques da equipe Canarinho durante campanha que terminou com o título do Campeonato Sul-Americano. O meia fez gols nos jogos diante de seleções como Equador, Bolívia e Chile. Na grande decisão do torneio, o Brasil pintou o sete para cima do Paraguai. A conquista deste troféu pôs fim ao jejum brasileiro, que não sabia o que era vencer o torneio desde 22 e também trouxe uma grande expectativa para a Copa de 1950.


Após 318 jogos e 146 tentos anotados pelo Flamengo, Zizinho teve uma saída conturbada do Flamengo, e se transferiu para o Bangu em 1950, ano em que o Mestre Ziza disputou o Mundial e se tornou um dos grandes nomes do Brasil. Posteriormente, também vestiu a camisa do São Paulo e do Uberaba. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol defendendo o Audax Italiano, do Chile. Aposentado, chegou a treinas a Seleção Brasileira em 75.

Veio a falecer no dia 8 de fevereiro de 2002, com 80 anos de idade. Ele acabou sendo vítima de problemas cardíacos.

Flamengo vence de virada, elimina o Vélez Sarsfield e avança à final da Libertadores

Por Ricardo Pilotto
Foto: divulgação Conmebol

O Mengão se classificou para a final da Libertadores

O Flamengo confirmou o favoritismo após abrir uma grande vantagem no jogo de ida da semifinal da Libertadores de 2022, em Buenos Aires, e voltou a bater a equipe do Vélez Sarsfield na noite desta quarta-feira, 7. Mesmo podendo perder por até três gols de diferença, o rubro-negro venceu a V Azulada por 2 a 1 de virada e carimbou a vaga para a grande decisão da principal competição do continente sul-americano pelo segundo ano consecutivo.

Depois de encaminhar a classificação lá na Argentina com a goleada por 4 a 0, o Mengão perdeu a chance de se aproximar do Palmeiras, líder do Brasileirão, ao tropeçar no Maraca e empatar com o time do Ceará em 1 a 1. Por outro lado, o Fortín, que chegou para este confronto tendo que reverter uma grande desvantagem e também vive um momento difícil na Campeonato Argentino, amargando a vice lanterna, vinha de uma derrota diante do Newell's Old Boys pelo placar magro de 1 a 0, em casa.

A primeira etapa foi movimentada. O time carioca começou tentando pressionar nos minutos iniciais, enquanto os argentinos adotava uma postura defensiva. Porém, quando o Fortín chegou ao campo ofensivo pela primeira vez, Janson avançou pela esquerda e deu um passe na medida para Lucas Pratto empurrar para o fundo das redes aos 20'. O Mengão não desanimou e igualou o marcador com Pedro, que marcou um belíssimo gol de cabeça já nos 41' jogados.

No segundo tempo, a partida continuou bastante corrida. Tanto o rubro-negro quanto a V Azulada tiveram boas oportunidades de balançar as redes, mas ficaram no quase. Após algumas chegadas, o Fla virou o jogou em um lance em que Pedro recebeu no campo ofensivo, deu uma caneta no marcador e tocou em Marinho. O camisa 31 ainda fintou um zagueiro e acertou um tirambaço no ângulo.

Já na reta final do jogo, mesmo com o confronto já definido, o Fortín não desistiu e tentou chegar no ataque algumas vezes, mas não levou perigo nenhum ao goleiro Santos. O Mengão conseguiu ter o controle das ações e até chegou a marcar o terceiro tento  no último lance com Pablo, mas acabou sendo anulado por impedimento do zagueiro.


Agora, estes dois times voltam a entrar em ação neste final de semana. No domingo, 11, o Flamengo vai até o Estádio da Serrinha, em Goiânia, para visitar o Goiás, às 19h, pela 26ª rodada do Brasileirão. Em contrapartida, o Vélez Sarsfield visitará o Arsenal de Sarandí, também no dia 11, às 13h, em jogo do Campeonato Argentino.

A final da Libertadores acontecerá em 29 de outubro, no Estádio Monumental, na cidade de Guayaquil, Equador. Nesta data, o Mengão medirá forças com o Athletico, que eliminou ninguém mais ninguém menos do que o Palmeiras, atual bicampeão do torneio, na noite desta última terça-feira, 6.

Athletico Paranaense vai à final da Libertadores e acaba com sonho palmeirense de terceiro título seguido

Foto: Divulgação/Conmebol

O jogo foi no Allianz Parque

O Athletico Paranaense chegou lá. O Furacão foi até o Allianz Parque, aguentou a pressão do Palmeiras, ficou com um a mais na expulsão de Murilo e se classificou para a final da Libertadores. O rubro-negro foi buscar o empate por 2 a 2, em jogo disputado na noite desta terça, dia 6 de setembro e agora pela segunda vez é finalista da maior competição de clubes do continente. Agora, provavelmente fará a decisão contra o Flamengo, que possuí uma absurda vantagem na outra semi. 

No primeiro jogo, na Arena da Baixada, o Furacão ficou com um a menos mas venceu o Palmeiras pelo placar mínimo, obtendo vantagem pequena para o jogo do Allianz. Depois, no Brasileirão, o rubro-negro bateu o Fluminense com o time reserva em casa por 1 a 0, enquanto o Palmeiras ficou no empate por 2 a 2 contra o Red Bull Bragantino em Bragança. 

A estratégia rubro-negra morreu cedo. Com três minutos, o Palmeiras, já pressionando, pulou na frente com Scarpa, aproveitando boa jogada coletiva do time alviverde finalizada dentro da área. O Verdão seguiu pressionando. Pouco depois, Scarpa tentou de longe e Bento pegou. O time paulista seguiu em cima. Dudu tentou aos 15', mas chutou mal e Bento segurou. Na sequência o Furacão escapou em tentativas de Vitor Roque, mas pouco ofereceu de perigo. 

O alviverde seguia criando. Aos 25', Tabata chutou para defesa tranquila de Bento. O time da casa seguia em cima,mas parava em interceptações da defesa rubro-negra. Aos 40', Scarpa parou em boa defesa de Bento, em lance anulado por impedimento de Dudu. Quando parecia que a ação no primeiro tempo havia acabado, Murilo foi expulso, após intervenção do VAR, devido a entrada em Vitor Roque. 

Na etapa final, o Palestra voltou esperando mais o Furacão, que seguia pouco eficiente na frente. Quando atacava, o Verdão era mais perigoso e num lateral cobrado por Marcos Rocha, Gustavo Gomez fez o segundo de cabeça, aos nove minutos. Sem se intimidar e sem ter nada a perder, o Furacão diminuiu e botou fogo no jogo aos 18', numa jogada de Vitinho, que cruzou, Vitor Roque escorou e Pablo mandou para a rede, diminuindo placar. 


Aos 24', Vitinho tentou de longe e mandou por cima. O Verdão respondeu aos 27', num chute forte de Gabriel Menino que Bento defendeu  Aos 35', num lance perigoso na área, Vitinho bateu para defesa tranquila de Weverton. Aos 38', Terans acertou um chutaço, que desviou e matou Weverton, empatando o jogo e classificando o rubro-negro a decisão. 

Agora, o aguarda Vélez ou Flamengo na decisão da Libertadores, com os brasileiros tendo imensa vantagem conquistada no confronto de ida. A decisão rola no dia 29 de outubro, sábado, no Monumental de Guayaquil, no Equador, em jogo único. No Brasileirão, o Verdão agora terá o Juventude, no sábado, dia 10, às 21 horas, no Allianz Parque. O Athletico pega o Avaí no dia seguinte, na Ressacada, às 11h, ambos os jogos pelo Brasileirão. 

Flamengo dá show contra o Vélez, em Buenos Aires, e fica perto da final da Libertadores

Foto: Divulgação/Liberadores

Pedro mais uma vez foi o destaque

O Flamengo está com um pé e meio na decisão da Copa Libertadores da América. Sem se intimidar com o lotado José Amalfitani, em Buenos Aires, o time brasileiro deu show e atropelou os argentinos, goleando por 4 a 0 e praticamente se garantindo na decisão da maior competição do continente, em jogo disputado na noite desta quarta, dia 31. Agora, o rubro-negro poderá até perder por três gols de diferença no Maracanã que estará na final da Libertadores pelo segundo ano seguido. 

O rubro-negro, que se classificou na última fase diante do Corinthians com até certa facilidade, vinha de vitória sobre o Botafogo fora de casa no Brasileirão por 1 a 0. O Vélez, que eliminou o Talleres, também argentino, na fase anterior, vem de empate por 1 a 1 com o Independiente em Avellaneda pelo Campeonato Argentino. Curiosamente, o jogo desta quarta cai exatamente no dia do aniversário de 28 anos do título de Libertadores do Vélez em 1994.

Quem começou mais em cima foi o Flamengo, tendo mais a bola e tentando criar pelo chão já desde os primeiros movimentos dapartida, ainda que falhando no último passe. O Rubro-negro não parecia sentir tanto o campo seco do Amalfitani. Aos 12 minutos, Pedro quase abre o placar para o clube carioca, num chute defendido com dificuldades por Moyos. Do outro lado, o time argentino pouco criava. Só aos 27' que o time da casa chegou, num chute de Janson defendido por Santos. Quando o Fortín começava a crescer no jogo, Léo Pereira acertou cruzamento e Pedro, livre no meio da defesa, botou o Mengo na frente aos 31'. 

Aos 34', Orellano quase marcou de falta, mas Santos espalmou para a trave na resposta do Vélez. Porém, a empolgação argentina não durou muito, já na sequência, Fílipe Luís quase marcou mas parou no goleiro argentino. Já nos acréscimos, porém, o rubro-negro chegou ao segundo, numa linda jogada coletiva finalizada num cruzamento espetacular de Gabigol para Everton Ribeiro marcar mais um e fechar o placar do primeiro tempo. 

O Flamengo seguiu melhor no segundo tempo, pressionando e tendo mais a bola. Aos 8', Gabigol faria o terceiro, mas levou a falta quando sairia na cara do gol, porém Roldán não expulsou o zagueiro. O Vélez até tentava pressionar pelo alto, mas era muito mais limitado. Aos 14', mais uma vez, fez linda jogada coletiva, que terminou em assistência de Gabigol para Pedro marcar de cavadinha o terceiro. Enquanto o Vélez sofria, o Flamengo chegava. Aos 22', Gabigol perdeu incrível chance na frente do goleiro.  Aos 30', em outra jogada coletiva absurda, Gabigol perdeu chance com gol aberto para fazer o quarto. 


A pressão flamenguista era assustadora. Aos 31', Gabigol teve outra chance e parou em Royo, na sobra, Arrascaeta tentou de cobertura e o zagueiro afastou. Na sequência, Gabigol teve outra chance e outra vez o goleiro pegou. Aos 35', o Vélez teve sua melhor chance no jogo, mas a bola desviou para fora. Só que quando o Flamengo atacava, era um Deus nos acuda. Aos 37', em outra jogada incírvel, Pedro marcou o quarto dos cariocas, fechando o caixão da goleada e basicamente da semifinal. 

Agora, os dois times voltam a campo no próximo fim de semana. O Mengão pega o Ceará no Maracanã, no domingo, dia 4, às 11 horas. Já o Vélez recebe o Newell's, no Amalfitani, no sábado, dia 3, às 15h30. O jogo de volta rola já no próximo dia 7 de setembro, quarta-feira também, às 21h30, desta vez, é claro, no Maracanã. 
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