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A história de Robert com o Santos

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Robert atuando pelo Santos em 2001

Completa 51 anos neste dia 3 de abril um dos "ídolos" mais alternativos do Santos (se não ídolo, com certeza jogador marcante). Nascido em salvador e com três passagens pelo clube, o meia Robert, mais conhecido pelo seu primeiro nome, tem uma gigantesca história vestindo a camisa do Alvinegro Praiano, em três passagens diferentes ao longo de sua carreira no esporte bretão. Há quem diga que ele fez falta na Libertadores de 2003.

Apesar de nascido na Bahia, Robert começou sua carreira no futebol carioca e já tinha certa experiência quando chegou ao Santos. Chamou a atenção do clube quando jogou contra o Peixe pelo Rio Branco e foi bem numa partida onde o Alvinegro Praiano acabou derrotado pelo time de Americana na Vila Belmiro. Semanas depois já era jogador do Santos. 

Chegou ao Peixe durante aquele Paulistão para sua primeira passagem e marcou seu primeiro gol justamente contra o ex-clube, em Americana. Robert, apesar de reserva, foi bastante importante na temporada, entrando e tendo boas contribuições ao longo da campanha do vice-campeonato no Brasileirão de 1995. 

O ano de 1996 não foi grande coisa para o Peixe. No Paulistão, a equipe chegou a criar uma pequena esperança de ser campeã logo eviscerada pelo Palmeiras. Com a saída de Giovanni, Robert se tornou um dos principais jogadores da equipe. Mas, no resto daquele ano, principalmente no Brasileirão foi um sofrimento imenso para o Alvinegro Praiano, que inclusive lutou contra o descenso. Foram 10 gols em 59 jogos naquela temporada. 

No ano seguinte, os santistas tiveram um desempenho bem melhor, inclusive fazendo um bom Paulistão e um bom Brasileirão. Robert, porém, esteve presente apenas no primeiro semestre e acabou recebendo uma proposta do Grêmio e deixou a Vila Belmiro. Teria uma passagem muito abaixo pelo Imortal, onde sofreu com contusões e até problema psicológico. Ainda passaria pelo Atlético Mineiro, onde foi bem e vice-campeão brasileiro, em 1999, antes de retornar ao Santos no ano de 2000.

Nos anos de 2000 e 2001 novamente foi um dos grandes destaques da equipe. No primeiro, o Santos bateu na trave no Campeonato Paulista após chegar a decisão devido à uma virada espetacular diante do Palmeiras e em 2001 aconteceu aquele dia histórico e triste onde o Corinthians marcou nos últimos segundos e eliminou o Peixe do Paulistão. Em 2002, seria emprestado para o São Caetano, onde chegou à decisão da Libertadores, e retornaria para ir muito bem na campanha do Brasileirão.


Naquele ano, como se sabe, o Peixe conseguiu sua redenção e foi campeão brasileiro. Robert foi um dos constantes durante a campanha e entrou em campo por diversas vezes, marcando inclusive ao longo da campanha, contra São Paulo e Flamengo. Entrou logo no primeiro minuto da decisão contra o Corinthians, no lugar de Diego, e inclusive era o cobrador de pênaltis quando Robinho pegou a bola para fazer história naquela partida diante do Corinthians. Fez 10 gols em 33 jogos ao longo do ano.

Encerrou sua passagem ao final de 2002 e há quem diga que fez falta na Libertadores de 2003, principalmente na final, com a ausência de Elano. Foram, no total, 251 jogos e 47 gols com a camisa do time da Vila Belmiro. Encerraria sua carreira em 2006, atuando pelo América, do Rio de Janeiro. Chegou a atuar pela Seleção Brasileira como jogador do Santos, em 2001.  

A passagem de Robert pelo São Caetano

Por Lucas Paes
Foto: Cris Bouroncle / Getty Images

Robert atuando pelo São Caetano em 2002

Completando 50 anos neste dia 3 de abril, Robert da Silva Almeida ficou conhecido pelas boas passagens no Santos, que o garantiram um carinho especial com a torcida do Alvinegro Praiano. Entre as várias passagens por outros clubes ao longo da carreira, Robert atuou pelo São Caetano, em um curto período do ano de 2002, onde foi vice-campeão da Copa Libertadores.

O meio-campista chegou ao Azulão no mês de abril, emprestado do Santos para disputa do mata-mata da Libertadores e da fase de grupos Copa dos Campeões. Acabou por não atuar na eliminação Caetanista para o Corinthians, no Rio-São Paulo daquele ano, fazendo seu primeiro jogo pelo Azulão já na Libertadores, diante da Universidad Católica, nas oitavas de final.

Ao longo da campanha na competição continental, jogou em todas as partidas do mata-mata do torneio, incluindo a triste derrota na final para o Olímpia, do Paraguai, quando o time do ABC venceu o primeiro jogo dentro do Defensores del Chaco mas acabou perdendo o título nos pênaltis no Pacaembu. Atuou em oito jogos daquela campanha, mas não marcou nenhum gol.

Fez outras três partidas pelo Azulão ao longo da primeira fase da Copa dos Campeões daquele ano, onde os comandados de Jair Picerni acabaram ficando pelo caminho na primeira fase. Sem muita utilidade para o Brasileirão e com Leão precisando dele no Santos, acabou retornando a Vila Belmiro, após apenas 11 jogos e nenhum gol pelo São Caetano.


O segundo semestre daquele ano acabou sendo feliz para o baiano, que foi titular no início da campanha e entrou na final do título histórico do Santos naquele Brasileirão de 2002. Seria inclusive ele o batedor do pênalti que abriu o placar na final, mas Robinho pegou a bola e o resto foi história. Ele atuou profissionalmente até 2006, quando pendurou as chuteiras defendendo o America do Rio de Janeiro. Atualmente, Robert é empresário de jogadores de futebol.  

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