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Há 42 anos, Flamengo conquistava o seu primeiro título da Copa Libertadores

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Zico recebe a Taça Libertadores

Há 42 anos, o Flamengo levantava um dos principais títulos da sua história, a Copa Libertadores de 1981. Depois de três jogos na final, pois houve a partida de desempate, que foi no dia 23 de novembro, e o clube conseguiu levantar o troféu com Zico, que foi o melhor jogador e artilheiro da competição. 

O torneio era iniciado na fase de grupo, onde haviam 5 grupos, e passavam apenas um clube por grupo, apenas a chave quatro passavam dois. Após isso, as seis equipes classificadas eram dividas em dois, cada chave com três equipes, onde passavam os primeiros colocados de cada, e iam para a grande final. 

O Flamengo caiu no grupo 3, que havia o Rubro-Negro, Atlético Mineiro, Cerro Porteño e Olimpia. Os times brasileiros acabaram empatando na pontuação, cada um fez 8 pontos, e para desempatar houve uma partida entre os dois clubes, decidindo a classificação. 

Com uma grande atuação da equipe carioca, o time ganhou por 3 a 0, passando com certa tranquilidade pelo Galo. Na fase semifinal, o Flamengo caiu no Grupo A, junto com Deportivo Cali e Jorge Wilstermann.

O Rubro-Negro teve grandes atuações e venceu todos os confrotos no grupo, classificando com tranquilidade para a grande decisão da competição. No Grupo B, o Cobreloa também foi muito bem, passando muito bem, em uma chave que tinha Nacional e Peñarol, o que teoricamente seria mais difícil. 

Na decisão, o Cobreloa teve a vantagem de decidir em casa, pois juntando as duas fases anteriores, o clube fez 16 pontos, igual o Flamengo, mas contou com um saldo de gols superior. 

A primeira partida foi no Maracanã, que contou com mais de 94 mil pessoas, apoiando intensamente o rubro-negro. O Flamengo começou o jogo muito forte, fazendo uma forte pressão, e conseguiu abrir o placar logo no início com Zico. Ainda no primeiro tempo, Zico aumentou de pênalti. 

Porém no segundo tempo, Merello acabou diminuindo o placar de pênalti, e a partida terminou em 2 a 1. A decisiva partida aconteceu no Estádio Nacional de Santiago, e teve um público de 62 mil torcedores, e o Flamengo estava conseguindo segurar o placar, mas aos 79 minutos tomou o gol de Merello, que levou a decisão para um jogo desempate. 

A grande decisão aconteceu no Estádio Centenário de Montevidéu, no dia 23 de novembro de 1981, para 30 mil pessoas, e o Flamengo foi para a decisão com mudanças feitas pelo Paulo César Carpegiani. O técnico reforçou mais o meio de campo, tirando o atacante Lico, e colocando o lateral Nei Dias, assim Leonardo foi atuar no meio-campo, empurrando Adílio para jogar mais a frente. 


Com as mudanças, o Flamengo foi para a decisão com: Raul, Nei Dias, Marinho e Mozer; Júnior, Andrade, Leandro e Zico; Tita, Nunes e Adílio. A equipe fez uma grande partida, e Zico abriu o placar aos 13 minutos, o que dava o título para o rubro-negro. 

A equipe conseguiu preencher o meio campo e foi superior, tendo muito mais pegada que o adversário. Aos 84 minutos, já no final da partida, a equipe fechou o caixão, com mais um gol de Zico. A partida terminou em 2 a 0, e Zico levantou o primeiro título da Copa Libertadores da história do clube.

Os 65 anos do primeiro gol de Pelé em Copas do Mundo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Pelé marcou o seu primeiro gol em Copas há 65 anos

Nesta segunda-feira, 19 de junho de 2023, se completam 65 anos do primeiro gol do eterno Rei Pelé na histórias das Copas do Mundo da FIFA. Este feito aconteceu em um jogo diante do País de Gales, válido pelas quartas de final do mundial de 1958. Na ocasião, a Seleção Brasileira venceu os Galeses pelo placar magro de 1 a 0.

Debutante em Copas com apenas 17 anos de idade, o jogador santista iniciou a campanha do primeiro título mundial da história da Amarelinha entre os reservas na estreia e na segunda rodada da fase de grupos. Quando recebeu a oportunidade diante da União Soviética na terceira partida, aproveitou bem, apesar de não ter balançado as redes adversárias.

Nas quartas de final, o Brasil, líder do Grupo 4, enfrentou o País de Gales, segundo colocado da Chave 3, no Estádio Ullevi, em Gotemburgo. O duelo estava muito disputado, mas a genialidade do craque apareceu aos 21' da etapa complementar. O camisa 10 recebeu dentro da grande área, matou a bola com categoria, fintou o zagueiro que o cercava e bateu firme no canto inferior direito do goleiro galês para dar a vitória por 1 a 0 e levar os brasileiros à próxima fase.

Depois deste grande marco, Pelé ainda faria um hat-trick na goleada de 5 a 2 aplicada em cima da França na semifinal e anotaria outros dois tentos no triunfo de 5 a 2 contra a anfitriã Suécia na grande decisão. Tudo isso fez com que o jovem atleta da Amarelinha terminasse aquela edição como vice artilheiro com seis tentos, ao lado do alemão Helmut Rahn.


Depois, Pelé ainda marcaria um gol na Copa do Mundo de 1962, contra o México, na estreia, em Mundial onde se machucou no segundo jogo, mas o Brasil conquistou o título, mais um em 1966, contra a Bulgária, quando a Canarinho foi mal, e finalizando com quatro em 1970, no México, quando a Seleção Brasileira conquistou o seu terceiro título mundial, totalizando 12 gols em Copas do Mundo.

Atlético Alagoinhas e Jacuipense empatam no primeiro jogo da final do Baianão

Com informações do Correio
Foto: Renan Oliveira / AGIF

Jogo terminou em 1 a 1 em Alagoinhas

A disputa pelo título de campeão baiano segue sem favorito. No primeiro confronto da decisão, Atlético de Alagoinhas e Jacuipense fizeram um jogo emocionante no estádio Carneirão, em Alagoinhas, e ficaram no empate por 1 a 1, na tarde deste domingo, dia 3.

Como era esperado, o duelo começou 'pegado' no Carneirão, com muitas disputas no meio-campo. O Jacuipense foi o primeiro a levar perigo, em falta direta cobrada por Danilo Rios que Fábio Lima fez a defesa. O Jacupa parecia não sentir a pressão dos 11.540 torcedores, que davam uma atmosfera de caldeirão no estádio que tem capacidade para 16 mil. Aos 14 minutos, o Leão do Sisal roubou a bola no meio-campo e William Kaefer deu belo passe para Robinho. O atacante saiu de cara com gol, mas Fábio Lima fez grande defesa e evitou o primeiro gol.

Do outro lado, o Atlético explorava os lados do campo para chegar ao ataque. No entanto, errava passes e não conseguia criar grandes chances. Aos 18 minutos o jogo foi paralisado depois que o zagueiro Bremer e o volante Leandro Sobral, ambos do Atlético de Alagoinhas, se chocaram. A ambulância precisou entrar em campo, mas os dois atletas ficaram bem e voltaram para o duelo.

Depois da pausa, o Atlético passou a se fazer mais presente no campo de ataque. Aos 23 minutos, o Carcará puxou o contra-ataque e Dionísio invadiu a área em velocidade. Na hora da finalização, o volante foi derrubado por Danilo Rios e o árbitro marcou pênalti. Danilo Rios ainda recebeu o cartão vermelho direito e foi expulso.

Aos 26 minutos, Miller bateu o pênalti no canto direito do goleiro Mota, que fez a defesa. Thiaguinho ainda pegou o rebote e mandou para fora. No lance seguinte, o Jacuipense quase abriu o placar depois de atacar em velocidade, só que Railan parou em Fábio Lima.

O jogo passou por um novo susto antes do fim do primeiro tempo. O zagueiro Iran, do Atlético, ficou caído no gramado após dividida. A ambulância entrou em campo outra vez e, após o atendimento médico, ele voltou para a partida.

Quando o primeiro tempo se encaminhava para terminar sem gols, o Atlético de Alagoinhas surpreendeu. Aos 48 minutos, Jerry cruzou na área, a defesa do Jacuipense tentou afastar e Miller pegou o rebote, chutou forte e abriu o placar.

Com um jogador a menos e o prejuízo no placar, o Jacuipense voltou do intervalo com o atacante Jeferson no lugar do volante Flávio. Mas foi o Atlético que começou dominando. Bremer, de cabeça, quase anotou o segundo gol do Carcará com apenas um minuto.

Enquanto o Atlético pressionava, o Jacuipense esperava o erro do time da casa para sair em contra-ataque. Nas poucas oportunidades que surgiram, não conseguiu ter sucesso. A solução então foi mudar a estratégia e apostar na bola parada. Em uma delas saiu o gol de empate: aos 21 minutos, Edy cobrou falta na área, o atacante Jerry tentou cortar de cabeça e mandou contra o patrimônio, deixando tudo igual no Carneirão.


Logo depois do gol sofrido, Iran teve a chance de ouro para recolocar o Atlético na frente, mas, quase embaixo da trave, tocou de cabeça para fora. Aos 37, Gabriel Esteves também recebeu livre na pequena área e tentou de cabeça, mas o goleiro Mota operou um milagre e fez a defesa. O Atlético também teve um jogador expulso já nos acréscimos, quando Edson recebeu o cartão vermelho após cometer falta.

O campeão será conhecido no próximo domingo, dia 10, no estádio Valfredão, em Riachão de Jacuípe. Quem vencer de Jacuipense e Atlético fica com a taça. Em caso de novo empate, haverá cobranças de pênaltis.

O primeiro gol de Rogério Ceni como profissional

Com informações do site oficial do São Paulo FC

Está completando 21 anos do primeiro gol de Rogério Ceni, que foi marcado em Araras

Por conta da incrível trajetória como goleiro, Rogério Ceni gravou o próprio nome na eternidade com inúmeros recordes e conquistas, coletivas ou pessoais. E uma delas, certamente a mais peculiar para um atleta desta posição no esporte, é o símbolo da carreira dele: 131 gols marcados. Estes gols tiveram início há exatos 21 anos, quando o goleiro executou uma cobrança de falta que mandou a bola ao fundo das redes de Adinam.

Naquela tarde de sábado, 15 de fevereiro de 1997, quando o relógio marcava 16h44 em Araras – interior de São Paulo – o volante Ricardo Lima, do União São João, cometeu falta em cima de Adriano, perto da grande área do time local e, por essa infração, o adversário recebeu o cartão amarelo. Para a cobrança, apresentou-se Rogério Ceni, que se deslocou da própria meta para a do rival correndo. Ele, então recém promovido ao posto de principal goleiro são-paulino, não se intimidou com o inusitado do fato e nem os olhares atravessados.

O jogo, realizado no Estádio Hermínio Ometto e válido pela segunda rodada do Campeonato Paulista, estava 0 a 0 e perto de ter a primeira etapa encerrada. Com 45 minutos de bola em jogo, Rogério Ceni tinha, aos pés, a chance de pôr o Tricolor à frente do placar. Mas não era somente isso que estava em questão àquela altura.

Ele já vinha treinando e ganhando a confiança de Muricy
(reprodução: O Estado de São Paulo)

Rogério Ceni foi escolhido por Muricy Ramalho como o cobrador de faltas oficial do time logo no primeiro dia de titular absoluto no gol do Tricolor – um jogo amistoso contra o Colo-Colo, no Chile, em 3 de dezembro de 1996 (ocasião em que o treinador espantou a todos com essa postura, mas que, curiosamente, não teve nenhuma falta perto da área para que o goleiro pudesse cobrar).

Apesar de treinar exaustivamente essa jogada desde 1995 e tendo executado até então mais de 15 mil tentativas no CT da Barra Funda, Rogério talvez não permanecesse nessa posição caso errasse aquela cobrança. Adriano, o camisa 10 do Tricolor que sofrera justamente a falta onde esta história começou, era forte candidato a assumir o posto.

Coluna de Mauro Beting no hoje extinto Folha da Tarde

Isso, pois, o goleiro já havia batido quatro faltas em jogos oficiais naquele início de temporada de 1997, não sendo bem-sucedido em nenhuma delas. Já Adriano, "o concorrente", havia marcado dois gols de falta nesse período (contra Fluminense e Flamengo). Muricy bancava o sonho de Rogério Ceni - afinal, era ele quem mais se dedicava ao assunto – mas a paciência da torcida com o que muitos chamavam de "brincadeira" acabaria?

A quinta tentativa definiu o futuro de Rogério Ceni, do Tricolor e dos tricolores por todo o mundo. O goleiro ajustou o posicionamento dos companheiros na barreira e partiu para a cobrança e o o grito de gol, que estava entalado na garganta, veio à tona! 

A comemoração que se seguiu foi uma mistura de êxtase e incredulidade. Sim! Um goleiro, um goleiro novato, havia acabado de marcar um gol com a camisa são-paulina! E que golaço! O arqueiro oponente Adinam ainda chegou a tocar na bola, mas não teve como impedir o destino.

Veja como foi o primeiro gol de Rogério Ceni

Ficha Técnica
UNIÃO SÃO JOÃO 0 X 2 SÃO PAULO FC

Data: 15 de fevereiro de 1997
Local: Estádio Doutor Hermínio Ometto - Araras-SP
Público: 5.174 pagantes
Renda: R$ 51.395,00 
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça 

Gols
São Paulo FC: Rogério Ceni (falta), aos 45' do primeiro tempo; Serginho (pênalti), aos 8' da etapa complementar

União São João: Adnan; Chiquinho, Maciel, Julio César e Ivonaldo; Lico, Ricardo Lima, Reinaldo (Valdo) e Paulo César/capitão; Sairo (Léo) e Odair (Pedrinho) - Técnico: Lula Pereira

São Paulo FC: Rogério Ceni; Cláudio (Alberto), Rogério Pinheiro, Bordon e Serginho; Nem, Axel, Marques e Adriano (Uéslei); Denílson e Dodô (Catê) - Técnico: Muricy Ramalho
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