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Tradicional marca esportiva brasileira, Dell' Erba é colocada em leilão

Foto: Show de Camisas

Marca foi colocada em leilão

Uma das mais tradicionais marcas esportivas brasileiras, principalmente nos anos 90, a Dell' Erba foi colocada em leilão. O site da Alfa Leilões está organizando a venda, de forma online da empresa de artigos esportivos.

O leilão tem início nesta sexta-feira, dia 7, e a primeira praça será fechada no dia 17, com lance inicial em R$ 1,1 milhão. Já a segunda praça do leilão, caso o primeiro não atinja o valor, será no dia 26, com lance inicial em pouco mais de R$ 350 mil.

A Dell’ Erba é uma marca de camisas de time de futebol e foi amplamente divulgada em 1990, tendo grande influência no mercado, com público interessado em seus produtos.

A marca já confeccionou uniformes para Portuguesa, Guarani, Santos, Paraná Clube, Vitória, Atlético Mineiro, Noroeste, União São João, América de Rio Preto e outros. Além disso, já produziu calções da Seleção Brasileira entre as Copas de 1954 e 1974.


O registro da marca gera direitos de uso exclusivo da expressão em todo território nacional, no tocante aos segmentos de artigos esportivos de vestuários, artefatos de tecidos, tecelagem, tinturaria de fios e de equipamento para esporte.

Marca em leilão por determinação da 1ª Vara - Foro de Campo Limpo Paulista (Processo n° 0003194-42.2009.8.26.0115).

Pela terceira vez, ninguém oferece lance no leilão do São Caetano

Com informações do Diário do Grande ABC
Foto: reprodução

Sede do Azulão

Fracassou pela terceira vez o leilão do São Caetano. O pregão deveria ter acontecido na última quinta-feira, dia 16, mas terminou sem que nenhum lance fosse registrado. A expectativa é que nos próximos dias a diretoria do clube decida se irá fazer uma nova tentativa ou se desistirá da venda.

O primeiro pregão estava marcado para 15 de dezembro, com lance mínimo de R$ 90 milhões, mas não apareceram interessados e ele foi remarcado para o início de janeiro. Como também ninguém arrematou o clube, foi reagendado para a última quinta-feira, com desconto de R$ 30 milhões e, mais uma vez não atraiu compradores.

“Não tivemos interessados na compra do clube. Agora a diretoria vai decidir o que será ser feito”, afirmou o leiloeiro oficial da Sato Leilões, Antonio Hissao Sato Júnior. “Estávamos conversando com duas grandes empresas, mas elas entenderam que não era o momento de efetuar um lance para a possível compra do clube”, completou.

Em dezembro, segundo Sato, dois grupos estariam interessados na aquisição, um deles liderado por um ex-jogador de futebol e o outro que tinha à frente uma empresa brasileira com unidades no Exterior. Na época, ainda de acordo com o leiloeiro, eles teriam preferido o adiamento por conta da proximidade com o fim do ano.

O leilão foi a maneira como o São Caetano Futebol Clube encontrou para quitar dívidas trabalhistas, fiscais, judiciais e extrajudiciais, que estariam avaliadas em R$ 90 milhões. A transação não envolve o clube social nem o Estádio Anacleto Campanella, que pertence à Prefeitura e nem a sede social da AD São Caetano.


Diferentemente dos tempos áureos, quando foi vice-campeão da Libertadores e Copa João Havelange e venceu o Campeonato Paulista, o Azulão hoje disputa a Série A-2 do Estadual. Administrativamente, é SLU (Sociedade Limitada Unipessoal), de propriedade do empresário Manoel Simião Sabino Neto. O empresário chegou a ser preso na Operação Hades, da Polícia Civil, em 23 de maio do ano passado, acusado de extorquir comerciantes da chamada Nova Feirinha da Madrugada, na região do Brás, na Capital.

Sem lance, São Caetano remarca leilão para janeiro

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Camisa do Azulão

O leilão marcado nesta quinta-feira pelo, dia 15, pela Associação Desportiva São Caetano acabou sem nenhum lance sequer. Devido a falta de interessados, o clube remarcou o novo pregão para o dia 9 de janeiro de 2023.

O lance inicial é de R$ 90 milhões. Este valor pode ser pago à vista ou em 11 parcelas para quem quiser arrematar. O valor arrecadado com o leilão irá sanar as dívidas trabalhistas, fiscais, judiciais e extrajudiciais.

O leilão comercial diz respeito ao futebol do São Caetano, não tendo ligação alguma com o clube social, a Associação Desportiva São Caetano. O estádio Anacleto Campanella, que recebe os jogos do Azulão, por exemplo, é de propriedade da prefeitura de São Caetano do Sul.


Dentro de campo, a Associação Desportiva São Caetano se prepara para o Campeonato Paulista da Série A2 de 2023. No dia 15 de janeiro, o time do ABC recebe o Primavera no Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul.

São Caetano vai a leilão em cartada final por "salvação" do clube

Com informações do GE.com
Foto: reprodução

Sede do São Caetano

O dia 15 de dezembro de 2022 pode ser um dos mais importantes dos 33 anos de história do São Caetano. Nesta quinta-feira, o clube vai a leilão com lance inicial de R$ 90 milhões, que podem ser pagos à vista ou em 11 parcelas. A expectativa é de voltar ao noticiário pelas vitórias dentro de campo.

O valor arrecadado com o leilão terá como objetivo sanar as dívidas trabalhistas, fiscais, judiciais e extrajudiciais. O total dos débitos, segundo projeção da atual administração do clube, corresponde ao do lance inicial do arremate.

Cabe ressaltar que o leilão comercial diz respeito ao futebol do São Caetano, não tendo ligação alguma com o clube social, a Associação Desportiva São Caetano. O estádio Anacleto Campanella, que recebe os jogos do Azulão, por exemplo, é de propriedade da prefeitura de São Caetano do Sul, não fazendo parte da negociação.

O São Caetano não adotou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), sendo uma Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), que tem como proprietário o empresário Manoel Simião Sabino Neto. Longe da disputa de títulos, o São Caetano pode ter um outro destino sob novo comando. Internamente, o leilão é tratado como a "última tentativa de salvação" do clube. Afundado em dívidas e colecionando polêmicas e derrotas, dentro e fora de campo, alguns investidores de fora do Brasil demonstraram interesse na aquisição.

Como está o São Caetano? - O São Caetano vive um dos piores momentos em sua história. Rebaixado no Paulistão de 2021, o time acabou eliminado na primeira fase da Série A2 nesta temporada, ficando também sem vaga em nenhuma das quatro divisões do Campeonato Brasileiro.

Fundado em 1989, levou pouco tempo para figurar entre os principais clubes do futebol brasileiro. Há 20 anos, o clube vivia o auge: disputava uma final de Libertadores da América contra o tradicional Olimpia, do Paraguai. E não podia imaginar que o cenário seria completamente diferente duas décadas depois.


Desde que decidiu o título da Libertadores de 2002, o São Caetano foi rebaixado seis vezes. No meio do caminho, o título paulista de 2004 coroou e encerrou cinco anos de ouro vividos pelo time do ABC paulista. Depois daquilo, o Azulão colecionou resultados ruins – mais frequentes do que as conquistas (Copa Paulista de 2019 e Série A2 do Paulista de 2020), que parecem ter sido pequenos lampejos de uma ressuscitação jamais confirmada.

Pelé autografa cadeiras do Pacaembu, que serão leiloadas a partir de R$ 4 mil

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação Tok&Stok

Pelé autografando uma das cadeiras do Pacaembu

O último leilão beneficente com as antigas cadeiras do Pacaembu terá modelos autografados pelo Rei do Futebol. Pelé assinou as peças que estão expostas na Tok&Stok. Pepe, Marcos, Raí, Casagrande, Formiga, Zetti, Caio e Elano também deixaram seus autógrafos nos itens. Todos eles tiveram momentos de glórias no estádio Paulo Machado de Carvalho, que agora é gerido pela empresa consórcio Allegra.

As peças, tratadas pela empresa de móveis para casa como “cadeiras originais, peça de colecionador e design memorável”, estão expostas na loja da marca, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Os lances ficarão disponíveis no dia 5 de setembro, segunda-feira, a partir das 16h30, e começam em R$ 4 mil a unidade.

Os modelos expostos são em laranja e amarelo, cores que na época distinguiam o valor dos ingressos a ser cobrado nesses setores do estádio. O laranja tinha cadeiras cobertas e descobertas. Muitas delas foram trocadas ao longo dos anos por destruição dos próprios torcedores quando seus times perdiam a partida. O Pacaembu era usado por todos os times de São Paulo, mas tinha o Corinthians como seu principal mandante.

Uma live do leiloeiro Roberto de Magalhães Gouvêa encerrará a campanha das cadeiras. A marca assegura que 100% do dinheiro obtido será doado para as Fundações Pelé e Gol de Letra, organizações sem fins lucrativos, que contribuem com a educação de crianças e jovens de comunidades socialmente vulneráveis. A Gol de Letra é liderada por Raí.

No site e aplicativo da Tok&Stok ainda está disponível o último lote das cadeiras não autografadas. São pouco menos de 100 peças numeradas em dois modelos, com preços que variam entre R$1.499 a R$1.799.

Segundo a empresa, a campanha tem como objetivo “dar um novo propósito e reutilizar as peças e materiais que seriam descartados com as obras no estádio do Pacaembu, mantendo ou até mesmo elevando a qualidade do produto original”. Por esta razão, as cadeiras são exclusivas e únicas.

Entre críticas e elogios, a venda das cadeira do estádio conseguiu alcançar o objetivo e não viu rejeição entre os compradores. A loja de móveis não informou quantas unidades foram vendidas na pré-venda nem no comércio físico.

A Allegra Pacaembu assumiu o complexo do Pacaembu em 2020. A concessionária pagou R$ 111 milhões pelo direito de gerir o local por 35 anos. Além do pagamento das outorgas fixa e variável, a concessionária está investindo cerca de R$ 400 milhões na recuperação e modernização do complexo e na construção de novo edifício, no lugar do antigo tobogã, já demolido, e planeja arrecadar R$ 100 milhões anualmente com o novo centro de esportes, entretenimento e cultura a partir do terceiro ano de uso.


O novo Pacaembu ganhará espaço permanente para eventos, além de um novo edifício com um hotel de luxo. A previsão é de que o estádio seja reaberto em novembro de 2023.

Embora reconheça que o perfil do público que passará a frequentar o espaço mudará, o CEO da concessionária, Eduardo Barella, entende que o novo Pacaembu não será elitizado, mas democratizado, com a nova lógica de utilização da estrutura, não mais restrita aos jogos de futebol e aberta a receber eventos culturais, como shows e mostras de arte.

Grupo Peralta pede reintegração de posse de área do clube social da Portuguesa Santista

Foto: Rodrigo Nardelli/G1

O Estádio Ulrico Mursa não está na reintegração de posse

O Grupo Peralta, um conglomerado empresarial conhecido na Baixada Santista, principalmente, por estar a frente de supermercados e shoppings centers, pediu a reintegração de posse da área onde está situada a sede social da Associação Atlética Portuguesa, a Portuguesa Santista. A informação foi dada em primeira mão pelo jornalista Walter Dias.

O terreno onde está o clube social da Briosa, além de boa parte do Portuários, pertencia à União e foi leiloado em 6 de agosto do ano passado pela Âncora Administração e Comércio Ltda., que pertence ao Grupo Peralta. Os clubes travam uma disputa judicial com a União pela ocupação do maior terreno e a vencedora do leilão também ficará responsável pelas pendências jurídicas da área. Os dois lotes leiloados foram arrematados em um pouco mais de R$ 71 milhões.

Essa área, anteriormente pertencente à União e cedida em comodato à Portuguesa na década 1970, foi adquirida por esse grupo. Segundo informações, o clube tentou renovar o contrato com o Governo Federal, mas, aparentemente, o poder econômico falou mais alto.

A Portuguesa também estava em negociações com o grupo para a construção da sede social em outro espaço, mas tudo indica que o Grupo Peralta não quer negociar. Esse pedido de reintegração ameaça à saúde financeira da Briosa e deve acabar com a parte social do clube, que até o momento não vive apenas de futebol. Vale ressaltar que o terreno onde está o Estádio Ulrico Mursa é de propriedade do clube.


Na postagem de Walter Dias, ele ressalta que o grupo empresarial tem origem portuguesa e "está virando as costas para uma Instituição de mais de 100 anos, que sempre representou os fundadores do referido grupo".

O clube - A Portuguesa Santista se manifestou. "A reintegração de posse do terreno da sede social do clube foi pedida pelo Grupo Peralta. Cabe esclarecer a todos que, por ora, a Briosa se manifestará somente na esfera judicial".

Itens de Maradona vão a leilão na Argentina

Com informações do UOL
Foto: Getty Images

Maradona na Copa do Mundo de 2018

A casa que Diego Maradona deu de presente a seus pais, dois carros BMW e uma carta do falecido líder cubano Fidel Castro integram o lote de bens do ídolo do futebol, morto há quase um ano, vão a leilão em 19 de dezembro, informou a justiça, citada pela imprensa argentina. O leilão online será realizado com o aval dos herdeiros do ex-capitão da seleção argentina, campeã do mundo no México-1986.

A venda ocorrerá dias depois das homenagens previstas para 25 de novembro, data do primeiro aniversário da morte do mítico jogador por uma crise cardiorrespiratória. Veículos, imóveis e objetos pessoais serão leiloados por ordem da juíza Luciana Tedesco.

O acordo exclui do leilão os bens sucessórios com valor sentimental, como prêmios ou camisetas que Maradona ganhou de presente de outros esportistas. Entre os objetos, guardados em contêineres, há aparelhos de ginástica, televisores e roupas esportivas.

A carta de Fidel Castro foi fruto da amizade que Maradona cultivou com o líder revolucionário durante sua temporada em Cuba para superar o pior momento da dependência química, que o deixou duas vezes à beira da morte na primeira década deste século. Um dos BMW tem a assinatura do ex-jogador gravada no para-brisas. Seu valor inicial é de US$ 165 mil (R$ 940 mil).


Outro veículo que irá a leilão é uma minivan Hyundai, que Maradona usava para se deslocar por Buenos Aires. A casa que o craque deu de presente à sua mãe, dona Tota, e seu pai, dom Chitoro, fica no bairro de Villa Devoto, na capital argentina. Uma empresa imobiliária licitará em breve os sites na internet, que permitirão aos interessados fazer lances de qualquer lugar do mundo. O valor arrecadado irá para o pagamento de dívidas e despesas, sem ser distribuído entre os herdeiros, entre os quais estão suas filhas e filhos.

Torcedores da Briosa protestam na Câmara de Santos contra possível ida do clube para a Praia Grande

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Força Rubro Verde

Torcedores da Briosa na Câmara de Santos

Torcedores da Portuguesa Santista, entre membros da torcida organizada do clube (a Força Rubro Verde) e frequentadores mais antigos das arquibancadas de Ulrico Mursa se mobilizaram para se manifestar contra a possível mudança do estádio do clube para a Praia Grande, em plenário ocorrido no início da noite desta quinta, dia 23, na Câmara Municipal de Santos. Diversos vereadores falaram sobre o assunto, principalmente depois das considerações de Rui de Rossis (PSL), ex-jogador do clube e notório torcedor rubro-verde.

Resumindo rapidamente, os terrenos da Briosa, que ficam em volta do Estádio Ulrico Mursa, são de propriedade federal e foram a leilão recentemente, arrematados pelo Grupo Peralta, de Praia Grande, que pretende levar o estádio para a sua cidade de origem. Desde que a situação se expôs, torcedores tentam se mobilizar para evitar que a casa da Briosa não seja retirada de Santos.


A fala mais apaixonada sobre a questão envolvendo a Briosa veio do vereador Rui de Rossis, conhecido torcedor rubro-verde, que citou questões históricas, contando um pouco da trajetória do clube e fez um apelo para evitar que a cidade perdesse "um de seus maiores patrimônios". Já no finalzinho da sessão, ainda foi executado o hino da Portuguesa Santista, cantando a plenos pulmões pelos torcedores presentes.

A mobilização maior foi organizada pela torcida organizada do clube, a Força Rubro Verde, que compareceu e estendeu faixas e bandeiras, desde tradicionais, como a bandeira da torcida, até protestos, como uma faixa que citava "Em Santos desde 1917". A organizada também soltou nota nas redes sociais cobrando um posicionamento da diretoria do clube, citando que: "A cobrança é geral e será feita até o objetivo ser alcançado. Lembrando que não queremos notas oficiais e discursos", exigindo também "Ações por parte de todos". 


Na terça-feira, o conselho da Portuguesa Santista se reúne no clube a partir das 18h30 para votar a proposta do Grupo Peralta de mudança do estádio e reforma do clube. Será lá que o Grupo Peralta apresentará a proposta de parceria sobre a mudança do estádio para a Praia Grande.

Pelé vai leiloar relíquias suas e de outros craques para arrecadar fundos para as vítimas da Covid-19

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Pelé

A Fundação Pelé, com a ajuda do próprio Rei, vai leiloar itens históricos e valiosos para ajudar as vítimas da Covid-19 e também no combate a pandemia do novo coronavírus.

“Qualquer coisa de Pelé as pessoas vão querer, mas quando você fala de Cristiano Ronaldo, fala de Mbappé, esses ícones também vão ser procurados. Mas como é um leilão de caridade, as pessoas sempre aparecem, são sempre extremamente generosas e pagam mais do que em um leilão normal porque sabem que vai para uma boa causa”, explicou Martin Nolan, diretor da casa de leilão Julien’s Auctions, à agência Reuters.

Pelé vai ceder camisas autografadas do Brasil, do Santos e do New York Cosmos. Ele também disponibilizará itens autografados dos campeões da Copa do Mundo de 1970. Entre os craques da conquista estão Rivellino, Jairzinho e Clodoaldo.

São mais de 200, de acordo com a organizadora do leilão. Conta com objetos de astros internacionais, como David Beckham, Kylian Mbappé e Luka Modric, além de brasileiros como Jairzinho, Mario Zagallo e Thiago Silva. De outros esportes, há a ex-tenista Maria Sharapova, a golfista Lorena Ochoa e o trio Yao Ming, Channing Frye e Rick Rubio, do basquete. Há ainda Franco Harris (futebol americano), Derek Jeter (beisebol) e o ator Mark Wahlberg.

A maior parte dos itens é autografada, como os cedidos pelo próprio Pelé, com camisas da seleção brasileira, Santos e New York Cosmos. Da seleção, o leilão também terá camisas assinadas por Rivellino, Jairzinho e Clodoaldo, craques da seleção que foi tricampeã mundial na Copa do Mundo de 1970. Os itens foram doados a Pelé para arrecadar fundos no leilão.

Leilão - O evento “Pelegacy: An Auction Benefitting The Pelé Foundation” (“O legado de Pelé: um leilão beneficente da Pelé Foundation”) vai ajudar crianças amparadas por diversas organizações internacionais. O leilão está marcado para 22 de setembro, de forma online (www.juliensauctions.com.) e presencial, na Mall Galleries, em Londres, na Inglaterra.


Fundada em 2018, a fundação de Pelé não deu detalhes sobre quais serão os destinatários dos recursos arrecadados no evento marcado para setembro. Mas explicou que o objetivo é alcançar crianças, “principalmente ameaçadas pela pobreza” e com dificuldades para ter acesso à educação. Também serão alvo as crianças que vivenciam a crise de refugiados.

A entidade também quer ajudar “na luta contra a pandemia de covid-19 e pela recuperação”. Doações podem ser feitas diretamente pelo site da função: www.pele10.org.

Justiça suspende novo leilão de parte do terreno da Portuguesa

Com informações da NetLusa
Foto: reprodução

Terreno da Portuguesa, onde fica o estádio

A Portuguesa se livrou de mais um leilão do clube. Uma decisão na última terça-feira suspendeu o leilão da área do terreno onde fica a sede da torcida Leões da Fabulosa e as quadras de bocha. A informação foi divulgada pelo jornalista Luiz Nascimento, da rádio CBN, em suas redes sociais.

O processo era ligado à família do ex-jogador Lucas, que foi encontrado morto em umas das piscinas do clube em 2016. O leilão serviria para indenizar a família. Para evitar o leilão, a diretoria da Lusa alegou que a área está protegida até que o Conpresp conclua a análise do tombamento.

Um grupo de torcedores entrou, no último ano, com pedido de tombamento junto ao Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp). O pedido, no entanto, não deverá ser aprovado.


Pessoas ligadas ao Conpresp já admitiram que o único espaço que poderia ser tombado na Portuguesa era o complexo aquático, que foi destruído na última gestão.

Primeira vitória - Como houve a prorrogação da fase emergencial em São Paulo, a Portuguesa ainda não sabe quando faz o jogo diante do São Bernardo, em confronto válido pela quinta rodada marcado para o estádio do Canindé, na Capital.
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