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A passagem vencedora de Gilmar Rinaldi pelo São Paulo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Gilmar conquistou muitos títulos pelo São Paulo

Gilmar Luís Rinaldi foi um grande goleiro do futebol brasileiro, sendo um dos reservas de Taffarel na conquista da Copa do Mundo de 1994. Por clubes, atuou em gigantes nacionais, conquistando diversos títulos importantes e pelo São Paulo voltou a dar confiança aos torcedores nos anos 80, após o Tricolor ter perdido Waldir Peres.

O goleiro nasceu em Erechim, no Rio Grande do Sul, no dia 13 de janeiro de 1959, e começou a sua carreira no Internacional. Pelo clube gaúcho conseguiu se desenvolver e fez partes de elencos multicampeão, conquistando Campeonatos Brasileiro e o tetracampeonato gaúcho.

Conseguiu ganhar a vaga de titular aos poucos, mas rapidamente conseguiu se destacar. Depois de alguns anos no Colorado, o São Paulo se interessou pelo jovem, pois estava vivendo uma fase de insegurança, já que os seus goleiros não se firmavam. 

Desde a saída de Waldir Peres, em 1983, o clube passou por dificuldades para achar alguém que se firmasse na posição. Em 1985, Gilmar foi contratado e rapidamente se consolidou na vaga de titular absoluto, fazendo grandes atuações e devolvendo a segurança aos torcedores tricolores. 

Em seu primeiro ano no clube, já ajudou o time na conquista do Campeonato Paulista. Além do Paulistão, ainda na mesma temporada, a equipe ganhou a Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo. E o goleiro fazia parte do grupo que iria à Copa do Mundo de 1986, pois Telê Santana havia levado quatro goleiros durante a preparação, mas para a competição acabou cortando um, e Gilmar ficou de fora.

Ainda em 1986, a equipe manteve o grande rendimento, e fez uma belíssima campanha no Campeonato Brasileiro. O tricolor foi para a final contra o Guarani, que acabou sendo decidida nas penalidades, e depois de muita emoção o São Paulo conquistou o título nacional. 


Em 1987, o time voltou a conquistar o Campeonato Paulista, mais um título estadual para a conta do goleiro. Além disso, voltou também a ganhar a Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo.  Porém, o São Paulo contratou o goleiro Rojas naquela temporada, que começou a tirar um pouco do espaço de Gilmar. Os dois arqueiros começaram a revezar no gol tricolor. 

Gilmar já não era mais o titular absoluto da posição e, logo em seguida, o clube trouxe Zetti, que se tornou o goleiro titular. Já como reserva, Rinaldi fez parte da conquista do Campeonato Paulista de 1989. Após perder espaço, o goleiro ficou chateado e precisava de minutagem, por isso deixou o clube em 1990, quando foi atuar pelo Flamengo. Pelo São Paulo foram 253 jogos.

Gilmar Rinaldi no Flamengo

Foto: arquivo

Gilmar Rinaldi defendeu o Flamengo por meia década

Um dos grandes goleiros brasileiros nos anos 80 e 90 e atualmente dirigente, Gilmar Rinaldi está completando 62 anos neste 13 de janeiro de 2021. Com sucesso em grandes clubes, ele teve uma boa passagem pelo Flamengo, entre 1990 e 1995.

Nascido em Erechim, no Rio Grande do Sul, Gilmar Luís Rinaldi começou no futebol atuando pelo Internacional, onde foi alçado à equipe profissional em 1978. Já na década de 80 virou titular e foi um dos jogadores Colorados base da Seleção Brasileira medalha de prata no torneio de futebol olímpico em Los Angeles, 1984.

Em 1985 foi para o São Paulo. No Tricolor, Gilmar conquistou uma série de títulos junto com a equipe chamada de "Menudos do Morumbi" e chegou a ser um dos convocados para o período de testes para a Copa do Mundo de 1986, mas acabou sendo cortado da lista final por Telê Santana. Além disso, com o tempo, o time foi mudando e o goleiro teve que disputar posição primeiro do o chileno Rojas e depois com Zetti. O segundo virou titular de vez em 1989 e no ano seguinte Gilmar Rinaldi acabou indo para o Flamengo.

O Rubro Negro tinha perdido o seu goleiro titular, Zé Carlos, um dos três que foram para a Copa do Mundo de 1990, e Gilmar acabou preenchendo o espaço muito bem. Já experiente, foi um dos alicerces para mais uma nova safra de bons atletas nascidos na Gávea.

Debaixo das metas, Gilmar Rinaldi viu, junto alguns com outros experientes, como Júnior, uma bela geração conquistar o Campeonato Carioca de 1991 (naquele ano, os estaduais foram realizados no segundo semestre) e, em seguida, o Campeonato Brasileiro de 1992, o maior título do goleiro com a camisa Rubro Negra.


Depois da campanha vitoriosa no Brasileiro de 1992, o Flamengo não conquistou títulos por um período curto, que no Rio foi dominado pelo Vasco, mas Gilmar continuou com boas atuações e passou a ser presença constante nas convocações de Carlos Alberto Parreira para a Seleção Brasileiro. Isto fez com que ele fosse o terceiro goleiro no tetracampeonato na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos.

Porém, Gilmar estava indo para a fase final de sua carreira e os dias de Flamengo caminhavam para o fim. Em 1995, o goleiro deixou a Gávea e foi para o Japão, onde defendeu o Cerezo Osaka até 1999, encerrando a carreira aos 40 anos. Depois, virou dirigente de futebol, passando por diversos clubes e até Seleção Brasileira, e também foi empresário.

Internacional - Escola de goleiros para a Seleção Brasileira

Com informações do site oficial do Internacional


Revelado pelo Internacional, Alisson, hoje atuando no Liverpool e titular da Seleção Brasileira desde quando Dunga ainda era o treinador, não foi o único goleiro que passou pelo Colorado a vestir a camisa número 1 do time canarinho. Além dele, outros cinco goleiros que vestiram a camisa alvirrubra também defenderam o país do futebol.

Começando por Alisson. Ele chegou à seleção cinco vezes campeã do mundo em 2015 e virou titular logo em seguida, quando ainda era jogador do Internacional. O mais interessante é que no time canarinho, ele é treinado por um ex-goleiro do Colorado e da própria Seleção, Taffarel, de quem vamos falar mais à frente.

Mas esse elo de goleiros entre Inter e Brasil começou nos anos 70, quando Manga defendeu o Clube do Povo, sagrando-se campeão brasileiro. O arqueiro havia defendido a seleção canarinho em meados dos anos 60, onde disputou a Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra.

Cria do Celeiro de Ases, Gilmar Rinaldi atuou nos jogos Olímpicos em 1984, enquanto defendia o manto vermelho e depois esteve com a delegação tetracampeã mundial nos Estados Unidos. Juntamente com Gilmar, Taffarel, outro grande nome da escola de goleiros do Colorado, foi campeão mundial em 94, sendo fundamental na conquista do tetracampeonato. Ele virou titular da Seleção quando ainda defendia o Colorado e disputou a Copa de 1990 (uma das três em que ele foi dono da camisa 1) como atleta do clube.

André Döring, cria do Colorado, que jogou no Inter por muitos anos, também defendeu o país enquanto era jogador do Clube, foi em 1998, contra a Iuguslávia. Foi apenas uma partida, mas colocou seu nome na grande história canarinho.

Um goleiro com passagem no Inter tem seu nome marcado na história da Seleção: Dida. Ele chegou no clube já veterano, foi reserva de Alisson, inclusive, e trilhou um belo caminho com a camisa verde e amarela, tendo ido a três Copas e conquistando o título em 2002 na suplência de Marcos.

Dos seis goleiros que jogaram no Inter e serviram o país, quatro começaram no Celeiro de Ases, na conhecida e renomada escola de goleiros colorada. A camisa vermelha e branca se cruza com a história do verde e amarelo e, novamente, um goleiro colorado é esperança de sucesso no gol brasileiro.
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