As apostas ao vivo são uma grande tendência no setor de iGaming, e quase todas as casas de apostas oferecem esse recurso hoje. No entanto, muitos apostadores preferem o esporte bet clássico, que faz apostas pré-jogo. Hoje, vamos comparar essas duas opções, abordando as vantagens e desvantagens de ambas.
Qual é a diferença?
Como o próprio nome indica, uma aposta pré-jogo é aquela feita antes do início do evento. Em contraste, as apostas ao vivo referem-se a fazer apostas logo durante a partida.
Na primeira opção, as probabilidades são geralmente fixadas antes do início do evento, enquanto na segunda, elas se ajustam em tempo real, de acordo com a situação do jogo.
Prós e contras do pré-jogo
As apostas pré-jogo trata-se da forma original de esporte bet, e esta forma de fazer apostas é intuitiva para a maioria dos apostadores. Você faz uma aposta, espera o evento terminar e, dependendo do resultado, é recompensado ou perde seus fundos.
Além da facilidade para iniciantes, essa forma de apostar tem várias outras vantagens. Na maioria das casas de apostas, as apostas pré-jogo abrangem uma variedade maior de mercados de apostas do que as disponíveis nas apostas ao vivo.
Colocar sua aposta antes do início do evento também permite que você se concentre em assistir ao jogo em vez de se distrair com a necessidade de monitorar as probabilidades.
Por último, mas não menos importante, escolher esta forma de apostar dá a você mais tempo para repensar as suas apostas. Você não terá que tomar decisões com pressa, permitindo que você consiga elaborar uma estratégia melhor.
Claro, também existem algumas desvantagens nas apostas pré-jogo. Para fazer uma aposta bem-sucedida, você precisará levar em consideração muitos fatores, o que nem sempre é possível.
Por exemplo, a equipe pode não estar muito bem no dia do jogo, ou o jogador principal pode se lesionar e ser substituído. E mesmo que muitas dessas informações apareçam um pouco antes do início da partida, a maioria das casas de apostas não permitirá que você devolva sua aposta.
Prós e contras do jogo ao vivo
As apostas ao vivo estão em alta em todo o mundo por um motivo: existem várias grandes vantagens indisponíveis com todas as outras formas de esporte bet.
Em primeiro lugar, os fatores externos que mencionamos nas apostas pré-jogo não são um problema com essas apostas. Na verdade, a maioria dos apostadores gostam de fazer apostas ao vivo, especificamente porque podem avaliar a situação do jogo antes de tomar sua decisão final.
As odds que flutuam constantemente são outra grande vantagem destas apostas. As probabilidades pré-jogo são calculadas com precisão pelas casas de apostas para garantir uma vantagem da casa.
Com as apostas ao vivo, as casas de apostas confiam em seus algoritmos, que geram probabilidades subvalorizadas com mais frequência durante o jogo. Apostadores experientes podem facilmente identificar essas probabilidades e fazer apostas extremamente eficazes.
Por último, mas não menos importante, a maioria das casas de apostas possui transmissões ao vivo das partidas integradas. Isso permite que você assista confortavelmente aos jogos em praticamente qualquer plataforma, excluindo a necessidade de procurar a transmissão.
É um recurso interessante que se adapta perfeitamente aos apostadores que preferem fazer apostas ao vivo. Também é especialmente relevante para partidas da segunda divisão, pois suas transmissões geralmente são difíceis de encontrar.
Quanto às desvantagens das apostas ao vivo, já mencionamos a maioria delas na seção anterior. Na maioria dos casos, você precisará tomar as decisões rapidamente, pois as probabilidades diminuirão à medida que sua equipe começar a ganhar.
Além disso, você terá que monitorar as probabilidades, o que não permitirá que você relaxe e assista ao jogo. Por último, mas não menos importante, é quase impossível fazer apostas múltiplas com jogos ao vivo.
Enquanto você adiciona mais mercados ao seu boletim de apostas, as probabilidades certamente diminuirão, tornando sua aposta ineficaz, sem mencionar que assistir a várias partidas simultaneamente não é uma experiência confortável.
Fernando Fernandes é o apresentador deste novo Esporte Total
A Rede Bandeirantes está voltando com o nome de um programa esportivo histórico em sua grade. Estreia já na madrugada de terça-feira, dia 2, ao vivo, à 1 hora, logo após o Jornal da Noite, o novo Esporte Total, com a apresentação de Fernando Fernandes.
Toda a tradição na Band no esporte ganha mais um horário a partir da volta, em novo formato, do Esporte Total. Apresentado pelo premiado Fernando Fernandes, o programa vai trazer as notícias esportivas ao vivo no final de noite de segunda a sexta-feira, exceto às quintas-feiras, por conta da transmissão da NBA.
Os gols da noite, as polêmicas da arbitragem, a movimentação dos vestiários, as cestas das estrelas da NBA e, claro, o melhor de cada campeonato de futebol transmitido pela Band. Além disso, conteúdo exclusivo com matérias e entrevistas especiais da Bundesliga e também da Série A.
No programa de estreia, uma análise com todos os gols da rodada do campeonato alemão com Rafael Oliveira, além da cobertura do duelo entre Sport x Flamengo pelo Brasileirão e os jogos da noite de segunda-feira pela NBA com destaque para o duelo entre Milwaukee Bucks do astro Giannis Antetokounmpo e Portland Trail Blazers de Damian Lillard.
Histórico - Tradicionalmente na hora do almoço, mas também com uma edição noturna em algumas épocas, o Esporte Total foi o programa de notícias esportivas da Bandeirantes por vários anos, principalmente na época em que era conhecida como "O Canal do Esporte".
Entre 1983 e 2007, o "Esporte Total" concorria com o "Globo Esporte" na hora do almoço. O período em que foi apresentado por Jorge Kajuru, entre 2003 e 2004, foi marcou pelo auge de audiência: o programa chegava a ocupar o segundo lugar na Grande São Paulo, com picos de 8 pontos. O sucesso foi tanto que uma segunda edição, no horário nobre, foi criada.
Luciano do Valle, no início, e José Luís Datena, em 2005, apresentaram o programa. Em 2007, a Band trocou o "Esporte Total" pelo "Jogo Aberto", que está no ar até hoje com apresentação de Renata Fan.
Apesar de as mulheres cada vez mais terem espaço no Futebol, alguns setores da modalidade ainda têm preconceito com a presença feminina no esporte, infelizmente. Porém, há vários grupos que lutam contra isso e um dos mais importantes é o~dibradoras, que faz um excelente trabalho, através da internet, para a inserção das mulheres no esporte bretão.
Formado por Angélica Souza (30 anos), publicitária e palmeirense, Júlia Vergueiro (26), internacionalista e são paulina, Nayara Perone (28), designer e corintiana, Renata Mendonça (26), jornalista e são paulina, e Roberta Cardoso, a Nina (33), jornalista e são paulina, o ~dibradoras faz um trabalho interessante, agindo em várias plataformas da rede mundial de computadores: site, podcast, Facebook e Twitter.
O trabalho chamou a atenção de muita gente e, atualmente, o ~dibradoras expandiu seu trabalho para outras modalidades esportivas. Para conhecer mais a ação do grupo, O Curioso do Futebol bateu um papo com a Nina Cardoso, que você pode conferir abaixo.
As formadoras do ~dibradoras
O Curioso do Futebol: Quem teve a ideia de criar o ~dibradoras e como foi o início? Em qual plataforma vocês começaram?
Nina: Angélica, Júlia e Nayara se conheceram jogando futebol. Renata e Nina conheceram as outras três por meio de um grupo de discussão de futebol que todas elas participam no Facebook.
A ideia de criar o projeto ~dibradoras surgiu porque todas nós, como apaixonadas por esporte, sentíamos falta de uma cobertura esportiva que incluísse a mulher. A cobertura tradicional da mídia esportiva adota uma abordagem pensando apenas no público masculino heterossexual. Toda e qualquer abordagem da mulher na mídia esportiva é sempre pelo lado da "musa", da "gata", das "fotos sensuais das esposas dos jogadores", etc. A gente queria fazer algo diferente, queria falar de futebol também para mulheres que acompanham esse esporte, queria falar de modalidades femininas, que nunca são abordadas na imprensa. Por isso começamos com o projeto. Temos o site, a página no facebook, twitter, instagram, um podcast na rádio Central 3 - onde sempre levamos convidadas mulheres (atletas, ex-atletas, gestoras, dirigentes, etc) - e um canal no Youtube, onde também divulgamos vídeos falando sobre mulheres no esporte.
Começamos pelo site, facebook, twitter e instagram (as redes sociais básicas). O podcast semanal na Central3 surgiu na sequência e depois partimos para os vídeos no Youtube.
Interessante vídeo sobre a questão de intitular as atletas de musas
OCDF: Quem hoje faz parte do ~dibradoras?
N: Além das cinco co-fundadoras (NR: citadas na abertura da entrevista), que administram a marca. Contamos com algumas colaboradoras que nos escrevem textos e ajudam no desenvolvimento de pautas. São elas: Maria Guimarães, redatora publicitária, Gabriela Abrunheiro, jornalista, Maiara Beckrich, internacionalista, e Thaissa Cordeiro, estudante de RP, que é a nossa correspondente de Manaus.
Em dia de gravação no Pacaembu
OCDF: Vocês, atualmente, atuam em várias plataformas (podcast, vídeos, site, facebook...) qual a importância deles para o trabalho?
N: Todos eles, em conjunto, acabam complementando nossas ideias e bandeiras que levantamos. O conteúdo é nosso forte e pelo podcast conseguimos criar muita matéria exclusiva (a cada semana recebemos uma convidada no programa e falamos sobre diversos temas: machismo, mulheres dirigentes, jogadoras de futebol, vôlei, handebol, futsal, basquete judô, ex-atletas e por aí vai).
No Youtube, nosso conteúdo é mais descontraído, onde nos posicionamos sobre alguns temas e tentamos discorrer sobre ele em até 5 minutos.
Vídeo "Agora é que são elas"
OCDF: Algo que acho muito interessante no trabalho do ~dibradoras é que vocês não abordam apenas o Futebol Feminino competitivo. Há o incentivo para que as mulheres (seja de qual idade) pratiquem o futebol, nas famosas peladas, inclusive em equipes mistas e que homens aceitem isso. Fale um pouco sobre este assunto, até por vocês sempre participarem destes jogos.
N: Bom, apesar de falarmos da mulher em geral no meio esportivo, o futebol feminino é nosso principal mote. Todas nós amamos o futebol e já praticamos – algumas seguem jogando até hoje – e por ser uma modalidade ainda tão carente de apoio e respeito, levamos sempre o futebol feminino em primeiro lugar.
Além de incentivar pela importância da prática esportiva (saúde, bem estar, companheirismo, liderança, espírito de grupo), o futebol, para nós, é uma resistência! É uma causa que apoiamos e incentivamos para que outras garotas ocupem esse espaço e não tenham que provar que jogam bem ou que entendem do jogo. A relação entre mulher e futebol tem que ser natural, assim como acontece para os homens.
Com a ex-jogadora e atual dirigente Michael Jackson
OCDF: Outro trabalho interessante é o incentivo para que mulheres frequentem os estádios e que os homens respeitem-nas (o que deveria ser óbvio, mas infelizmente, ainda não é 100%). Como as mulheres recebem esses incentivos? E os homens, estão apoiando a iniciativa?
N: Sim, nós também incentivamos a presença das mulheres nos estádios, exigindo seu espaço e produtos para que possam comprar. As torcedoras ficam muito felizes quando levantamos essa causa e cobramos mais atenção para elas, pedindo camisetas femininas dos clubes, por exemplo. Isso é o mínimo que os clubes podem oferecer e ainda assim ficam devendo. Fizemos um texto sobre isso: http://dibradoras.com.br/por-que-os-clubes-de-futebol-ainda-ignoram-o-publico-feminino/
As torcedoras pedem nosso posicionamento e endossam o coro. Os homens, em sua maioria, também apoiam e ficam indignados com certas diferenças de tratamento (muitos nem fazem ideia do quanto é difícil encontrar uma camisa feminina, por exemplo).
Vídeo "Respeita"
OCDF: Falando do Futebol Feminino competitivo, o que vocês acham do atual estágio da modalidade no País e da organização e nível dos campeonatos locais?
N: Muita coisa já melhorou, mas ainda é preciso de mais investimento e apoio. Muitos casos bizarros acontecem em jogos do Brasileiro, Paulista e até mesmo da Libertadores. Falta de ambulância, arbitragem, campo em péssimo estado ou com grama sintética, falta espaço para que as meninas possam se trocar antes do jogo e por aí vai. Falta total de estrutura e respeito!
O nível do jogo em si tem melhorado. Não vemos mais muitas goleadas como antes, que mostravam o desnível das equipes. As partidas são bem mais competitivas e cheias de rivalidade.
O que falta mesmo é mais incentivo na base por parte da CBF e fomentar a prática nas escolas, entre as crianças. A CBF é a responsável por vender seu “produto” e atrair mais parceiros. Depois, as marcas também precisam se interessar e a mídia deve informar o público sobre os jogos e atletas.
Com a zagueira Aline Pellegrino
OCDF: Neste ano, teremos os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. O que vocês esperam do torneio de Futebol Feminino do evento? Acham que pode haver alguma surpresa? E, na opinião de vocês, como será o desempenho da Seleção Brasileira na competição?
N: O nível do futebol feminino nessa edição olímpica, acredito, será de nível altíssimo. A Copa do Mundo do ano passado foi fantástica e não espero nada menor do que isso. Temos ótimas seleções como favoritas (EUA e Alemanha) e outras que estão se tornando potência na modalidade, como a França. Também temos o Canadá e a Suécia que são países com uma cultura muito forte de futebol feminino. Daqui da América Latina, temos o Brasil e a Colômbia, apenas.
A seleção brasileira melhorou muito fisicamente com a criação da seleção permanente. As meninas estão ótimas no preparo físico, aguentam bem a correia e os encontrões do jogo, mas taticamente ainda peca muito. A Marta é ainda nossa grande referência e quando ela está bem marcada e não consegue jogar, o time sente bastante.
A equipe do Vadão fez muitos amistosos ano passado e recentemente disputou a Copa Algarve (perdeu na final pro Canadá), mas ainda falta mais organização e um esquema tático que funcione. Difícil não acreditar nelas, mas o caminho para o ouro vai ser bem complicado.
Vídeo "Pergunta pro seu pai"
OCDF: Para finalizar, deixo o espaço aberto para vocês acrescentarem algo.
N: Nosso projeto surgiu da necessidade de falar mais sobre a presença feminina no esporte brasileiro. As mulheres sofreram muitas proibições ao longo de sua história na sociedade e essa nova geração não aceita mais certos tipos de imposições que nos limitem. As mulheres – antes tão competitivas entre si – estão mais unidas do que nunca, buscando seu espaço na sociedade e seus direitos como cidadãs.
O esporte é a ferramenta mais eficaz na hora de ensinar valores para alguém e nós acreditamos muito na força da prática esportiva como elemento fundamental no desenvolvimento do ser humano.
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