Novo estádio do Santos tem contrato travado após pedido da WTorre

Mesmo com acordo fechado, construtora adia assinatura por questões financeiras com banco

Foto: divulgação

Contrato está travado
O projeto, agora pausado, da nova Vila Belmiro

O Santos chegou a um consenso com a WTorre sobre o contrato da nova arena, mas a assinatura foi suspensa a pedido da construtora e ainda não tem prazo definido.

Apesar de o documento já estar finalizado e aprovado após meses de negociações, o clube foi surpreendido pela decisão e optou por congelar o processo, mesmo a contragosto. O ge deu a notícia em primeira mão.

Imbróglio financeiro trava avanço

O principal entrave envolve o BTG Pactual, que detém controle sobre algumas operações da WTorre. Entre elas, está a negociação dos naming rights do estádio do Sociedade Esportiva Palmeiras com o Nubank.

Além disso, a construtora também discute alternativas com outras instituições financeiras para equacionar dívidas, o que pode impactar diretamente o andamento do projeto com o Santos.

Cautela da diretoria santista

Diante do cenário, o clube adota postura cautelosa. A diretoria evita pressionar a WTorre para não correr o risco de assinar o contrato e, posteriormente, precisar renegociar termos com terceiros envolvidos nas operações financeiras da construtora.

Vila Belmiro segue como casa

Enquanto o impasse persiste, a Estádio Urbano Caldeira continuará sendo a casa do Peixe. O estádio passa por melhorias e não deve ser demolido no curto prazo.


Existe um projeto para ampliação da capacidade da Vila Belmiro, ainda pendente de aprovação do Corpo de Bombeiros.

Detalhes do novo projeto

O plano da nova arena prevê capacidade para cerca de 30 mil torcedores, com aproximadamente 68 mil metros quadrados de área construída.

O complexo inclui 28 lojas internas, 17 externas e estacionamento no nível térreo com capacidade para 310 veículos, podendo chegar a 620 vagas em caso de ampliação.

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