quarta-feira, 2 de maio de 2018

Dodô no Palmeiras

Por Victor de Andrade


Artilheiro dos gols bonitos, com grandes passagens por São Paulo e Botafogo, além de outras com menor brilho por Nacional, Fluminense, Paraná, Santos, Fluminense, Vasco, Portuguesa, Americana, Grêmio Osasco e Barra da Tijuca, além de futebol sul-coreano e japonês, Dodô teve uma carreira de altos e baixos. Provavelmente, o clube por onde ele teve o pior desempenho foi no Palmeiras, no ano de 2002.

Nascido em 2 de maio de 1974, Dodô explodiu no São Paulo, em 1997, depois de já ter rodado por Nacional de São Paulo, Fluminense e Paraná Clube. Porém, ainda no Tricolor no Morumbi, entrou em baixa depois de algum tempo e foi negociado com o Santos, em 1999. Com altos e baixos no Peixe, ele saiu e foi para o Botafogo em 2001, onde voltou a jogar bem e chamou a atenção do Palmeiras.

No Verdão, ele chegou no segundo semestre de 2002, sendo anunciado no dia 9 de agosto como sendo a grande contratação do clube para o Campeonato Brasileiro daquele ano, junto com o meia Zinho, este indo para a terceira passagem pelo clube. A esperança era de que ele fosse o grande artilheiro da equipe na competição. Porém, quem lembra daquela época, sabe que nada deu certo.

A esperança de ver seus belos gols logo caiu por terra por causa das seguidas contusões. Dodô jogou pouco pelo Palmeiras e balançou as redes menos ainda. Aliás, quase nada deu certo para o Verdão naquele Campeonato Brasileiro. Com apenas 27 pontos em 25 jogos, o Alviverde ficou apenas na 24ª colocação, sendo rebaixado.

Apenas três gols em 16 jogos pelo Verdão

Como ficou muito tempo machucado, Dodô ainda estava nos planos do Palmeiras para 2003. Porém, o técnico Jair Picerni, que havia assumido a equipe no início do ano, com o intuito de colocá-la novamente na Série A do Brasileiro, passou a deixá-lo no banco, já que havia um centroavante novo que estava marcando muitos gols: Vágner Love.

Dodô ficou insatisfeito com a reserva, deixou isto claro e teve o contrato reincidido no dia 12 de fevereiro. Como seu 'filme' não estava bom no Brasil, no Palmeiras foram 16 jogos e apenas três gols marcados, ele foi para o futebol asiático, por onde atuou no Ulsan Hyundai, da Coreia do Sul, e no Oita Trinita, do Japão. Ele voltou ao Brasil apenas em 2005, onde teve uma passagem rápida pelo Goiás, foi para os Emirados Árabes, onde defendeu o Al-Ain, e só teve novamente reconhecimento por estas bandas quando jogou novamente pelo Botafogo, em 2006 e 2007.
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