quarta-feira, 5 de abril de 2017

A 'bomba' de Branco na Copa de 1994

Branco tem uma longa história com a Seleção, mas o gol contra a Holanda, em 1994, foi importante

Um sábado, 9 de julho de 1994. Cidade de Dallas, nos Estados Unidos, Cotton Bowl. Brasil e Holanda jogavam pelas quartas de final da Copa do Mundo e, depois de estar vencendo o jogo por 2 a 0 (gols de Romário e Bebeto), o time brasileiro deixou os holandeses empatarem, com gols de Bergkamp e Winter. Mas a partida não havia terminado.

Aos 36 minutos do segundo tempo, o experiente lateral-esquerdo Branco, que fazia ali sua estreia naquele mundial, cavou uma falta na intermediária, mais para o seu lado. Ele mesmo, conhecido por ter um chute forte, foi para a cobrança. A bola passou pela barreira, Romário teve que sair dela e a redonda 'morreu' no fundo das redes: Brasil 3 a 2 e vaga na semi naquela Copa onde a Seleção conquistou o Tetra.

Pois é, o herói daquele jogo, Cláudio Ibraim Vaz Leal, ou simplesmente Branco, tem uma longa história com a camisa da Seleção Brasileira, onde a vestiu pela primeira vez em 1985 e deixando a equipe em 1995. Foram 10 anos onde disputou três Copas do Mundo (1986, 1990 e 1994). Além de ter conquistado o Tetra em 1994 (onde converteu um dos pênaltis na decisão que deu a Taça ao Brasil), ele também foi campeão da Copa América de 1989, com a Seleção.

Branco comemorando o Tetra

Nascido em 4 de abril de 1964, na cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul, Branco também teve uma bela carreira por clubes, onde começou no Internacional de Porto Alegre, em 1980, e passou também por Fluminense, Brescia (Itália), Porto (Portugal), Grêmio, Corinthians, Flamengo, Middlesbrough (Inglaterra), New York MetroStars (Estados Unidos) e Mogi Mirim, encerrando a carreira no Fluminense em 1998.

Branco ficou conhecido pela calma em campo e por suas cobranças de falta, como no famoso gol da Copa de 1994, o mais importante de sua carreira. Falando em Seleção, ele fez 72 jogos e marcou nove tentos com a camisa amarelinha, sendo importantíssimo nessa fase. Por isso, Branco merece ser reverenciado, pois jogou muita bola.
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