quarta-feira, 17 de junho de 2015

Brasil 0 x 0 México - Vi a Seleção com Pelé e Neymar no peito!

Ochoa fez a defesa mais bonita da Copa

* por Anderson Almeida, o Piruca

Assistir um jogo de Copa do Mundo sempre foi um sonho para mim, que frequento estádios desde 1989. O anúncio de que o Mundial de 2014 seria no Brasil chamou muito a minha atenção, pois assim eu poderia estar presente em jogo de muitas emoções.

Para realizar este sonho, fiquei várias e várias noites sem dormir, ligadoi vesente em jogo de muitas emoç  no site da Fifa. Tentei comprar alguns jogos, mas sem sucesso. Até que um dia, as vendas para o jogo Brasil e México, em Fortaleza, estavam liberadas e consegui garantir minha presença em um jogo da Copa.

Anderson foi destaque em sites por causa de suas tatuagens

Como moro em Mauá, na grande São Paulo, fui de avião até a capital cearense e fiquei hospedado na casa de um amigo. No dia 17 de junho, data da partida, foi bem fácil chegar ao Estádio Castelão, pois a casa de meu amigo é próxima ao estádio.


Hino Nacional Brasileiro no estádio

O clima antes do jogo era o mais animador possível, tanto dentro como fora do estádio. Também fiz muito sucesso (risos). Acabei dando entrevistas para alguns jornais e canais de TV, até saí nas matérias de alguns sites, como UOL e BOL, por ter tatuado no meu peito o Mito Neymar e o Rei Pelé. Grandes nomes do Santos FC e da Copa do Mundo.

Também aproveitei para conversar e tirar fotos com muitas pessoas. Brasileiros, mexicanos, gente de outras nacionalidades. Como disse antes, o clima era muito animador, o que facilita muito esta confraternização.

Dentro do estádio foi só festa!

A partida foi show de bola, mas pena que não teve gols. O Brasil pressionou muito e o Neymar, no primeiro tempo, deu uma linda cabeçada. Porém, o goleiro mexicano Ochoa estava inspirado naquela tarde e o jogo, apesar de muito movimentado, terminou 0 a 0. Apesar de não ter sido o resultado esperado e uma ponta de decepção por causa disso, nada tirou minha animação de ter visto a um jogo da Copa.

No final, para mim, foi uma experiência única assistir a um jogo do Mundial. Frequento estádios desde quando os meus cinco anos de idade, mas nunca havia assistido uma partida de Copa do Mundo. A sensação foi maravilhosa, muito emocionante. Na minha opinião, a Copa do Mundo poderia ser sempre no Brasil (risos).


* Anderson Aparecido Alves de Almeida, o Piruca, 30 anos, mora em Mauá-SP e torce para o Santos FC. Anderson é micro-empresário na área de Agência de Viagens. Na página do facebook, você pode conferir dados sobre a agência e promoções.



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Um fanático por futebol vendo o Brasil jogar


* por Leonardo Correia

Por ser amante do futebol e frequentar diversos estádios, sempre acompanhando o meu time do coração, o Santos FC, desde criança, fiquei muito empolgado com a escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014, pois aquela seria uma grande oportunidade de viver o clima do maior evento de futebol do planeta.

A minha preparação para a Copa do Mundo começou em 2013, na Copa das Confederações, pois foi um evento teste da Fifa para a Copa do Mundo. Fui contemplado para os dois únicos jogos que me inscrevi, a abertura (Brasil 3x0 Japão, no Estádio Nacional, em Brasília) e para a grande decisão (Brasil 3x0 Espanha, no Maracanã, no Rio de Janeiro). Em ambos os jogos, estive com o meu inseparável companheiro de torcida, o Lucca, meu filho de 11 anos de idade.

Brasil teve as melhores chances, mas não marcou

Contava nos dedos os dias que restavam para o inicio do processo de venda dos ingressos para a Copa do Mundo e, quando este momento chegou, não perdi a oportunidade de me cadastrar para sete jogos, o limite máximo permitido. Requisitei, para cada um destes jogos, quatro ingressos de categoria 4, todos de meia entrada para estudantes, para mim, a minha esposa, meu filho e minha enteada.

Me programei e passei as férias na casa do meu sogro, em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte e, os preços das passagens aéreas nesse período de Copa do Mundo estavam longe do alcance do meu orçamento, alugamos um carro popular e programamos a viagem de 520 Km até Fortaleza.

Eu, a Priscila, o Lucca e a Isabelle, saímos de Gostoso por volta das 5 horas do dia do jogo e, seguimos para Fortaleza guiados pelo meu GPS desatualizado, em um carro popular, sem direção hidráulica e ar condicionado, além de não ter conseguido nenhuma reserva antecipada para pernoitar na cidade após o jogo.

Tudo isso era muito pequeno diante da nossa empolgação em assistir mais um jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo e vivenciar todo aquele clima fantástico e inexplicável que envolve este evento.

Chegamos em Fortaleza 4 horas antes do início do jogo. Estacionamos o carro em um dos shoppings da cidade e utilizamos o transporte gratuito oferecido aos torcedores que iriam ao estádio. No ônibus, brasileiros e mexicanos interagiam, cantavam, tiravam fotos juntos e arriscavam palpites quanto ao resultado da partida. Tudo no melhor clima possível.

Um dos pontos negativos foi o acesso ao estádio, pois era necessária uma longa caminhada até os portões, uma vez que muitas ruas e avenidas no entorno estavam completamente interditadas. Apesar disto, todo esse esforço valeu à pena, pelo menos para quem ama futebol, como eu, ao se deparar com a fantástica estrutura do estádio Castelão.

Ficamos em cadeiras localizadas a poucas fileiras do campo, atrás do gol, e tínhamos uma bela visão do campo e das arquibancadas coloridas em verde, amarelo… e vermelho.

Foto com mexicanos

Havia uma enorme expectativa pelo Hino Nacional à capela, antes do início da partida, pois, segundo os cearenses que estavam no estádio, esta tradição havia começado por lá, na Copa das Confederações. Foi lindo. Foi de arrepiar. Inesquecível!

Apesar do show da torcida brasileira antes do jogo, a torcida mexicana foi muito mais barulhenta, não deixando de empurrar a sua seleção durante os 90 minutos. Além do tradicional grito e “bicha” entoado no estádio durante as cobranças de tiro de meta pelo goleiro da nossa seleção.

O goleiro mexicano foi o grande destaque do jogo, evitando o gol em jogadas de Neymar, Paulinho e, no finalzinho do jogo, a maior chance de todas, na cabeçada à queima roupas do zagueiro Thiago Silva.

O placar de 0x0, infelizmente, não permitiu uma festa maior nas arquibancadas e já apontava algumas fragilidades da nossa seleção, que seriam reveladas adiante.

A volta pra casa? Essa foi uma outra aventura.

Com não havia disponibilidade de hospedagem em Fortaleza, resolvi pegar o caminho de volta pra Natal, decidido a parar nas cidades menores que encontrasse no caminho para descansar. Só consegui uma pousada, bem simples, numa cidade distante quase 100 km de Fortaleza. Neste local, para minha surpresa, estavam hospedados muitos mexicanos que vieram acompanhar a seleção.

Apesar da pouca estrutura, a pousada atendeu as nossas necessidades por banho e descanso.

No dia seguinte, às 7 da manhã já estávamos na estrada rumo ao Rio Grande do Norte.

Ao parar para abastecer o carro, o frentista do posto, muito conversador, ao saber que eu vinha do jogo e que era de São Paulo, me perguntou se eu realmente iria passar pelo Ceará e deixar de conhecer Canoa Quebrada, que ficava à poucos quilometros daquele posto de combustível. A tentação foi grande. Não deu outra. Passamos o dia naquela praia maravilhosa e só retomamos a viagem no final da tarde.


* Leonardo Correia dos Santos, o Léo, 34 anos, é gestor de Saúde Pública, mora em Cubatão-SP e torce para o Santos FC.
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